quinta-feira, 26 de junho de 2014
Não Sou Mais Virgem.Posso Ter Um Namoro Santo?
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
O Casamento Começa Num Namoro Equilibrado
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O Cúmulo do Relativismo!Site que "Facilita" Adultério.
Veja mais um absurdo de uma sociedade que vive do relativismo, um site que ajuda a conseguir um relacionamento extraconjugal.Sinal dos tempos!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Quem Não Sabe Perder, Perde Sempre!
Amor Sem Conflitos?
www.almas.com.mx
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Mentira: Germe que Corrompe os Laços
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Para Relacionamentos a Palavra Chave é Superação
domingo, 13 de junho de 2010
O Que Muda no Noivado?
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Noivado, Conhecer Melhor Para Amar Melhor

“A Palavra de Deus convida repetidas vezes os noivos a alimentar e robustecer o seu noivado com um amor casto... Os jovens devem ser conveniente e oportunamente instruídos, sobretudo no seio da própria família, acerca da dignidade, missão e exercício do amor conjugal. Deste modo, educados na castidade, poderão, chegada à idade conveniente, entrar no casamento depois dum noivado puro.” (Constituição Pastoral Gaudium et Spes, número 49).
A pureza recebida pelo Batismo e elevada ao amor recíproco no período do noivado, deve ser a identidade do casal. “A fim de que o valor da sexualidade alcance a sua plena realização, « é de todo indispensável a educação para a castidade (...) que torna a pessoa capaz de respeitar e promover o significado esponsal do corpo».
Esta educação consiste no domínio de si, na capacidade de orientar o instinto sexual ao serviço do amor e de integrá-lo no desenvolvimento da pessoa. Fruto da graça de Deus e da nossa colaboração, a castidade leva a integrar harmonicamente os diferentes componentes da pessoa, e a superar a fraqueza da natureza humana, marcada pelo pecado para que cada um possa seguir a vocação à que Deus o chama.” (Sagrada Congregação para a Educação Católica - Orientações Educativas sobre o amor humano - Linhas gerais para uma educação sexual, numero 18)
Este tempo de descoberta é um período de especiais dons sobrenaturais, onde Deus concede muitas graças e ajuda o casal a adquirir uma maturidade que os encaminha ao matrimônio. Infelizmente, para alguns, este período destinado ao amadurecimento humano e cristão, e ao respeito mútuo, pode ser interferido por um uso irresponsável e abusivo da sexualidade, não lhes permitindo chegar assim ao amadurecimento do amor esponsal. Por outra parte, a vivência de um santo e casto noivado ajuda aos futuros esposos a abrirem-se ao amor recíproco e a viver este período como um tempo de graça, em preparação para o tão sonhado matrimônio. Um noivado bem vivido é sinônimo de um matrimônio coerente e feliz. Pois, uma vez casados, a nova família cristã desempenha uma papel particular e decisivo: o de transmitir aos filhos os valores fundamentais que caracteriza o matrimônio, tais como a fidelidade, a indissolubilidade e a abertura ao dom da vida, coisas que só a experiência de um amor casto pode dar.
O Papa João Paulo II, querendo distinguir a maturidade dos futuros esposos de uma mera afeição ou sentimento, dizia: “A Igreja deseja propor o caminho de uma evolução gradual nas relações afetivas, que começa no tempo do noivado e que propõe o ideal da castidade; ela recorda que o matrimônio entre um homem e uma mulher, se constrói antes de mais nada sobre um vínculo forte entre as pessoas e sobre um comprometimento definitivo, e não sobre o aspecto meramente afetivos, que não pode constituir a única base da vida conjugal.” (cfr.Discurso do Papa João Paulo II -13 de Fevereiro de 2004).
Willians Rodrigues
Comunidade Canção Nova
quarta-feira, 25 de março de 2009
Sei que devo viver na castidade… mas por que?

A resposta da pergunta “sei que devo viver na castidade… mas por que?” é esta: Porque estamos chamados ao amor (amor de verdade)! E o amor exige a integridade de todo nosso ser e esta integridade se chama castidade: “A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade interior do homem em seu ser corporal e espiritual.” CIC 2337
O Catecismo ensina que “todo batizado é chamado à castidade. O cristão “se vestiu de Cristo”, modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo seu específico estado de vida. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade.” CIC 2348 A castidade há de distinguir as pessoas de acordo com seus diferentes estados de vida. Existem três formas da virtude da castidade (CIC 2349):
- a primeira, dos esposos (castidade conjugal);
- a segunda, da viuvez;
- a terceira, da virgindade.
A castidade é a forma humana de viver a sexualidade. O Catecismo resume esta verdade assim: “A alternativa é clara ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz, ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.” Isso significa que sem ser casto é impossível ser feliz, viveremos num nível infra-humano, viveremos como bestas. Mas a proposta do mundo é exatamente esta: viva como besta e seja infeliz!
Basta olhar ao nosso redor e descobrir quem, sem viver a castidade, está realmente feliz. A pessoa não está feliz sem a viver a casidade porque não nascemos para ser escravo de nada, nem dos nossos instintos, nem das outras pessoas, nem das pressões de uma sociedade doente que desconhece quem é o homem, o que seja a sexualidade humana e também o plano de Deus para o homem e a mulher ao se casarem.
Mas por que a castidade é tão mal compreendida e ridicularizada?
Porque ela “comporta uma aprendizagem do domínio de si que é uma pedagogia da liberdade humana. A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa.
O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação.” Mas todos reconhecemos que isso não é fácil! Enquanto o mundo proclama a necessidade de sermos escravos e por tanto vivermos como bestas, a castidade exige disciplina, ascética, metas claras e paciência: “O domínio de si mesmo é um trabalho a longo prazo. Nunca deve ser considerado definitivamente adquirido. Supõe um esforço a ser retomado em todas as idades da vida”.CIC 2342.
Frente a isso, vale recordar que até mesmo dentro do matrimônio, caso o esposos não vivam a castidade conjugal, eles podem estar ferindo os votos de se amarem que prometeram no altar. Ser casto então não é uma “opção” para o católico: é uma exigência do batismo que o chama a amar como Cristo ama: de maneira livre, total, fiel e fecunda. “A virtude da castidade comporta a integridade da pessoa e a integralidade da doação.” CIC 2337
Integridade e doação da pessoa: o que isso quer dizer? Significa que “a pessoa casta mantém a integridade das forças vitais de amor depositadas nela [e esta] integridade garante a unidade da pessoa e se opõe a todo comportamento que venha feri-la; não tolera nem a vida dupla nem a linguagem dupla.” CIC 2338
O Papa nas suas catequeses Teologia do Corpo irá explicar isso usando o conceito “linguagem do corpo”: uma pessoa pode estar falando a verdade ou mentindo, dependendo se aquilo que ela expressa com seu corpo é também expressão de todo o seu ser, ou não.
Por exemplo: a relação conjugal no plano de Deus é a expressão do amor livre, total, fiel e fecundo que esposo e esposa se prometeram no altar ao dizer: “eu te recebo como esposo… esposa…” e respondendo “sim” às perguntas que o sacerdote lhes faz. Só neste contexto sacramental “as palavras confirmam a verdade essencial da linguagem do corpo [...] cujo autor é o próprio homem [...] e o sinal que eles tornam realidade com as palavras do consentimento conjugal não é apenas um sinal imediato e fugaz, mas um sinal que olha em direção ao futuro e produz um efeito duradouro, isto é, a união conjugal, uma e indissolúvel (”todos os dias da minha vida”). JPII, Audiência 19.01.83 Por isso, o namoro ou noivado, que por definição são realidades temporárias, não estão capacitados para a doação total que exige o amor entre homem e mulher. Neles: - não existe compromisso definitivo (o matrimonio é indissolúvel) - não existe abertura a vida (sempre nestas relações predomina o “usar” o outro que se comprova no uso do contraceptivo: eu te quero… mas não quero tua fecundidade.)
A Igreja pede que os jovens sejam “instruídos convenientemente e a tempo sobre a dignidade, a função e o exercício do amor conjugal, a fim de que, preparados no cultivo da castidade, possam passar, na idade própria, do noivado honesto para as núpcias. E pede aos noivos viver a castidade na continência: “nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, urna aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade.” CIC 2350
Não existe pessoa que, amando de verdade o outro, não gostaria de ser totalmente casta, virgem, pura para o amado (a) no dia em que se unem pelo sacramento matrimonial. O amor verdadeiro exige integridade de corpo e alma, exclusividade e totalidade que o mundo não entende, não suporta e não consegue viver! Mas nós, filhos de Deus e chamados a imitar a Nosso Senhor Jesus Cristo ,reconhecemos que a castidade “é também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual [e que] o Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo. CIC 2345 Não tenhamos medo de viver a castidade! Não tenhamos medo de nos preparar dignamente para o “sim” definitivo.
Escutemos a voz doce do Vigário de Cristo que nos exorta: “Eu digo-vos: Coragem! Ousai decisões definitivas, porque na verdade são as únicas que não destroem a liberdade, mas lhe criam a justa direção, possibilitando seguir em frente e alcançar algo de grande na vida.”
Fonte: http://juliemaria.wordpress.com
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Verdade: Nada de Máscaras nos Relacionamentos

No nosso dia a dia, facilmente identificamos momentos em que também representamos. Muitas vezes, temendo complicar uma situação ou querendo ser educados, fingimos ter gostado de determinada comida, mesmo que esta esteja sem sal, somente para não desagradar a quem nos oferece. Da mesma forma, se alguém nos telefona em hora inoportuna, fingimos estar ocupados para encurtar a conversa; entre outras desculpas.
Ainda dentro desse contexto, há empregados que fingem trabalhar. Na roda de amigos se uma pessoa achar conveniente personificar um “santo” agirá como tal. Diante da namorada, se for interessante, fingir-se-á ser carinhoso. Diante do patrão muitos empregados parecerão aplicados... Seja de um modo ou de outro, acabamos por aprender a arte da dissimulação.
Nada disso será problema para quem se habituou a representar e a viver mais um papel. Mas o perigo de tantas simulações é torná-las um hábito a ponto de se tornarem espontâneas ou dignas de fé.
Como um “camaleão” a pessoa será capaz de “atuar” mediante suas necessidades, buscando sempre tirar vantagens por meio do convencimento.
Por mais inofensivas que possam parecer tais interpretações, elas passam a fazer parte da vida de quem está acostumado a fingir, dificultando-lhe o discernimento entre o que é real e o que é ilusório.
O fingido quando contestado, insiste em dizer ser verdadeiro; e acreditando na sua versão, poderá até jurar. Contudo, para quem está habituado a interpretar, tal juramento será mais uma performance.
Todavia, na convivência diária, nada fica oculto. Cedo ou tarde, será impossível não perceber os deslizes de quem dissimula.
Antes que a arte de imitar saia dos palcos e adentre em nossos relacionamentos, melhor será não mascarar os fatos da vida real. Pois, triste será a decepção da pessoa amada ao deparar com as contradições e manobras de um cônjuge ardiloso.
Em nossos convívios a verdade não deve usar máscaras nem ofender.
Um abraço
Dado MouraComunidade Canção Nova
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Namoro: Como Entender o Outro?

Uma das nossas maiores riquezas são as diferenças! No repertório do nosso Criador não há chance de repetição! Cada pessoa é uma pessoa, cada homem é único, cada mulher é única. E Deus nos quis fazer sexuados: masculino ou feminino. Aqui já começam nossas diferenças e também nossas riquezas, pois à medida que as diferenças se evidenciam o aspecto da complementaridade sobressai. E como sempre gosto de ressaltar: nossa felicidade reside em estar com o outro, em servir e amar o outro.
A sexualidade vai além do aspecto corporal: há um “modo masculino” ou um “modo feminino” que revelam comportamentos específicos de projetar o mundo, de agir, de pensar, de enfrentar a vida; portanto, cada célula do organismo da pessoa traz o selo do seu sexo. Desde o aspecto físico e fisiológico, isto é, o funcionamento do organismo, até o aspecto psicológico a mulher é diferente do homem: sempre mais delicada e com constantes alterações hormonais. O que influencia consideravelmente em seu funcionamento psíquico, pois somos uma unidade e existe uma interação entre a dimensão biológica e a psíquica.
Tendo isso em conta, podemos perguntar-nos quais são as diferenças psíquicas fundamentais entre o homem e a mulher. Mas antes convém saber que isso não se trata da presença ou da ausência de características diversas, mas de variações de intensidade e de tonalidade.
O maior interesse da mulher dirige-se essencialmente aos seres vivos porque é essencialmente materna. Essa característica a leva a se preocupar mais com os outros do que com ela mesma, possuindo capacidade maior de resignação. Sente-se feliz fazendo o outro feliz.
A mulher, em sua sensibilidade, também quer ser protegida pelo homem, deseja sentir-se a pessoa mais importante na face da terra para o seu amado; por isso, em muitos casos, provoca ciúmes para ver a reação do amado e perceber se realmente é amada.
Ela deseja ser respeitada como pessoa considerando suas habilidades, inteligência, profissão e também na vivência da sexualidade, mesmo no momento em que vivemos no qual se instiga a liberalidade sexual. Na maioria das vezes as relações sexuais ocorrem já no namoro – não porque a mulher assim o deseja, mas por pressão do namorado, por medo de perdê-lo ou pela pressão da sociedade que incentiva a luxúria.
Então podemos deduzir que a mulher não é igual ao homem. Homem e mulher são complementares um para o outro. O homem não é plenamente homem sem a presença da mulher, nem esta é totalmente humana sem o complemento do homem. Homem e mulher foram criados como seres correspondentes um ao outro. É o outro que nos completa, que nos complementa. Por isso viva a diferença!
maralourenco@geracaophn.com
Psicóloga e Membro da Comunidade de Aliança Canção Nova
quinta-feira, 27 de março de 2008
Diferenças pessoais: uma prova de revezamento
Uma disputa para determinar quem tem maior capacidade de amar
Numa competição de revezamento, em que um grupo de atletas se alterna para cumprir um propósito, a confiança no esforço de cada membro da equipe será inevitável.
Em tudo, precisamos empreender esforço, dedicação e perseverança para se alcançar a vitória. Não obstante, em nossos convívios, sobretudo entre os casais, a situação não será diferente. Em qualquer relacionamento a credibilidade no esforço do outro no sentido de melhorar a qualidade de vida almejada é imprescindível.
Se, muitas vezes, para nossas amizades serem duradouras há necessidade de se contornar os impasses e as diferenças casuais com inteligência e afeto, imaginemos o convívio em que duas pessoas dividem o mesmo teto e a mesma cama? Muitos casais, que convivem há algumas dezenas de anos, reconhecem as inúmeras vezes em que foram necessários os "revezamentos" com o parceiro na paciência, na perseverança e no amor – de forma a se acolherem, conhecerem e aprenderem mutuamente por meio das diferenças. Diferenças essas que vão desde as reações emocionais até os hábitos comuns do dia-a-dia: Seja no modo de pensar, agir ou até mesmo na manifestação de carinhos por parte do parceiro. Tudo será uma "aquarela" de sentimentos, por meio da qual aprenderemos juntos a compor novas cores e nuances.
Falar dessas diferenças – como riquezas – pode parecer uma utopia, afinal, o convívio com alguém que se parece ou que pensa como a gente é aparentemente o mais lógico. Por outro lado, pessoas que convivem por muito tempo com sua “cara-metade”, ainda que tenham comportamentos completamente distintos, percebem ter avançado no crescimento de suas similaridades como casal, sem perder sua própria identidade, a partir da prática do exercício do convívio. Tal como num enxerto feito nas plantas, percebemos que as nossas particularidades são riquezas que se somam com as de nosso (a) companheiro (a), plasmando assim um “novo” com características comuns.
Enquanto não dividíamos nosso dia com alguém, o tempo estava inteiramente à nossa disposição. Podíamos fazer de tudo, éramos os “senhores” de nossos atos. Mas a partir do momento em que desejamos partilhar nossa vida com alguém, experimentamos a necessidade de abrir mão de algumas coisas; afinal, inicia-se o exercício de uma vida em comum. No entanto, deixar de lado aquilo que nos parece ser de direito nem sempre é fácil e o que gostaríamos de fazer. Muitas vezes, essa renúncia não parece tão necessária para um dos cônjuges, especialmente para aquele que precisa dar o passo inicial em direção à nova adequação de vida.
Da mesma forma, equacionar harmoniosamente as diferenças não será um trabalho fácil, mas esse exercício é fundamental e exigido por parte daqueles que estão dispostos a amar. A evolução de nosso relacionamento é o resultado desse exercício; só assim conseguiremos ultrapassar os aparentes obstáculos da vida a dois nessa “competição”, em que seus participantes se revezam na disputa de quem tem maior capacidade para amar. Se ambos se negarem a dar o primeiro passo para viver esse “revezamento” nas atitudes, a vida poderá se transformar numa competição de “vale-tudo”.
Abraços
José Eduardo Moura-Comunidade Canção Nova
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Diga: EU TE AMO!
Quando alguém falou de amor, tudo mudou; coisas aparentemente muito importantes perderam espaço e até dificuldades foram superadas, porque alguém resolveu falar: "eu te amo". Cuidado! Amor contido faz sofrer muito e sofrer mais ainda quem não faz romper o medo de amar com a coragem de quem resolve viver.
É isso que você precisa fazer e rápido. Agora é com você! Se não percebeu, eu lhe digo rapidinho que amar e dizer que ama, é uma decisão que só você pode tomar. Tenha pressa, sim! Reflita comigo: a maioria dos problemas tem como causa o desamor! Experimente dizer: "eu te amo". Se puder, depois, conte-me os resultados!
Ricardo Sá-Comunidade Canção Nova
sábado, 6 de outubro de 2007
Sexo no namoro?
Em algumas culturas o fator que rege a decisão de se casar não cabe aos namorados, mas a outros interesses que favorecem as famílias envolvidas, como o pagamento de dotes – em forma de dinheiro ou outros bens. Em nossos dias, na cultura ocidental, após certo tempo de namoro, o casal decide por si mesmo o momento de se casar.
Casar-se significa muito mais do que ter alguém com quem dormir junto. A decisão dos namorados de se casar deverá estar fundamentada no desejo de comungar os mesmos propósitos. Entre muitos aspectos – que incidem nessa decisão – estão a preocupação com respeito à moradia, às condições financeiras necessárias para se começar a vida, à espiritualidade, especialmente se um dos cônjuges for de religião diferente, assim como com relação ao melhor momento de se conceber filhos, entre outros. Se como namorados o diálogo e a reconciliação já fazem parte de suas vidas, tais atitudes serão ainda mais exigidas do casal na vivência do matrimônio, pois a harmonia se torna mais fecunda quando todas as decisões são tomadas em conjunto.
Por melhor que seja o convívio entre os namorados, ou independentemente do tempo de namoro, não confere ao casal os mesmos direitos daqueles que estão vivendo o sacramento do matrimônio, ou seja, a intimidade sexual. O calor das paixões dos jovens casais, especialmente quando estes se encontram em lugares muito reservados, poderá levá-los a viver uma experiência íntima, regada por juras de amor, promessas de casamento ou talvez simplesmente fundamentada no desejo da realização de um prazer genital.
Muitos namorados não preparados psicológica nem emocionalmente vivem as conseqüências implícitas na relação sexual. Eles se tornam pais quando ainda não passam de adolescentes crescidos. Assustados com a inesperada surpresa, poderão esquecer-se das juras de amor eterno e da responsabilidade que diziam estar dispostos a assumir. E na tentativa de equacionar a questão de uma gravidez prematura, alguns casais tomam a decisão imatura de se casar, embora muitos vivam na dependência de seus pais, pois ainda estão estudando, não têm um trabalho ou na pior das hipóteses: nunca pensaram realmente na possibilidade de se casar com aquela pessoa.
Certamente, os planos para o futuro dos casais de namorados ou noivos são para o término de seus estudos, entre outras coisas. Para se evitar uma reviravolta em seus projetos de vida, melhor será conduzir o relacionamento na condição de viver o processo natural de conhecimento mútuo. Afinal se existe uma pretensão de se casar, penso ser também necessário buscar a amizade com os familiares de ambos os lados, aplicar-se reciprocamente nas descobertas de outros sinais importantes, que os auxiliarão no processo de encontrar o equilíbrio no relacionamento e desenvoltura para superar os conflitos pessoais.
Acredito que a antecipação dos acontecimentos poderá levar o casal a viver uma difícil experiência no casamento. Mesmo que a intimidade no namoro seja assumida como uma tendência natural aos olhos das pessoas mais liberais, busquemos entender que a realização e a plenitude de um amor maduro não florescem da explosão dos hormônios. Estas se darão na confirmação do compromisso que, no ápice da intimidade abençoada, marido e mulher se declaram – no silêncio das palavras – sua pertença incondicional ao outro.
Um abraço e até breve.
Missionário da Comunidade Canção Nova

