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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O Que é Castidade?Por Que Vivê-la?

Ser casto é muito mais do que ser virgem. No entanto, a pureza, ou castidade, inclui necessariamente a vivência da virgindade. Ser casto abrange toda a pureza de coração, de intenções e de desejo sincero de fazer a vontade de Deus. Inclui a determinação de não pecar (e isso não somente com relação ao sexo, mas em todas as áreas da vida). Inclui, ainda, uma compreensão madura do que seja a vida e a decisão de viver para cumprir a vontade de Deus.

Viver a pureza é uma grande graça, da qual hoje todos zombam abertamente. É correr o grande risco de ser incompreendido, chacoteado, caluniado, humilhado, maltratado. No entanto, vale a pena buscar esta graça.Vale a pena pedí-la a Deus e colaborar com toda a nossa vontade para que ela seja efetiva na nossa vida.
No meio do “Anti-tabu” do sexo, agressiva e desafiadoramente praticado nos dias de hoje como algo muito natural, a busca da vida pura é um desafio para jovens de têmpera. Os tolos e imaturos nem sequer o entendem. Aqueles, porém, que encaram a vida com a serena alegria dos que creem em Deus abraçam o desafio com grande confiança de que a graça irá socorrê-los.

A pureza de vida é um mandamento evangélico.
Falar de maneira genérica sobre a castidade nos levaria a todo um tratado sobre a vida santa, o que é muito além de nossas possibilidades e das desta revista. Como sabemos que o que mais questiona o jovem é a razão para a castidade com relação à vivência da sexualidade, é sobre ela que falaremos.
Baseando-se no texto de D. Rafael Cifuentes, vê-se que ele ressalta três pontos essenciais:

A pureza de vida é um mandamento evangélico.

Parece óbvio demais? Engano! Há educadores (desculpe,”educadores”) que não mais entendem ou ensinam o sexto mandamento da lei de Deus. O “Não pecar contra a castidade” não faz parte de suas pregações ou é covardemente omitido. Conheço dezenas de casos de ensinos, pregações, aulas, debates, mesas redondas, onde o representante do pensamento cristão, de quem todos esperam respostas esclarecedoras e firmes, se perde em observações esquivas, omissões e relativismos. Com certeza, infelizmente, você conhece outras dezenas.

No entanto, a Palavra e a Doutrina continuam como antes. Não mudaram. Não mudou tampouco (ao contrário do que muitos meios de comunicação divulgaram) a visão da Igreja sobre o sexo pré-marital, a masturbação, o homossexualismo, o adultério, a fornicação, a luxúria. No Catecismo da Igreja Católica em língua francesa (sua língua original) estes conceitos continuam imutáveis. Pensando bem, quem se atreveria a mudar um mandamento da lei de Deu se, ao mesmo tempo, um mandamento evangélico ensinado por Jesus que diz: “bem-aventurados os puros porque verão a Deus?” (Mt 5,8).

Enganam-se os que pensam poder-se relativizar o que está bem claro tanto no Novo quanto no Antigo Testamento, tanto na Doutrina quanto na Tradição e Magistério da Igreja. O problema é que hoje tem gente que nem a isso dá importância.

Enganam-se, também, os que pensam que o casamento seria uma “‘quebra” da castidade ou uma “concessão” feita quanto a este mandamento. Muito pelo contrário: a noção correta de castidade envolve o mandamento evangélico da pureza que deve, obrigatoriamente, estar presente tanto no matrimônio quanto no sacerdócio ou no celibato. O conceito evangélico de pureza ultrapassa o de estado de vida.

O segundo ponto ressalta que “o mandamento é muitas vezes recalcado devido à mentalidade de hoje”.
De fato. Tem-se medo de pensar diferente, de ser diferente da imensa maioria das pessoas, sejam jovens ou adultos. Tem-se medo de testemunhar o que pensa Deus a este respeito, o que a Igreja ensina, o que todos nós, no fundo no fundo, temos desejo de viver, pois Deus nos criou para sermos santos. O medo e a covardia, sem falar na ingratidão, nos levam a calar, a sermos omissos, a preferirmos a mentalidade do mundo à vontade de Deus. Desta forma, “recalcamos” o mandamento evangélico da pureza, isto é, abafamo-lo, ignoramo-lo, tratamos de relativizá-lo para sermos mais “normais”, mais bem aceitos. 

Corremos até o risco de achar que se fizermos isso vamos ter mais facilidade de nos aproximar dos jovens e levá-los a Jesus. Terrível engano! Como se pode levar alguém a Jesus deixando-o em seu pecado? O método de Jesus era bem diferente. Ele se aproximava amorosamente do pecador, mas não admitia seu pecado. Claro, não condenou jamais o pecador e, no entanto, nunca deixou de condenar o pecado abertamente e a ordenar com clareza: “Vai e não peque mais” . Quanto mais a gente conhece a beleza de alma que Deus deu ao jovem, mais a gente se convence que o que ele quer é Jesus. Jesus como Ele é: verdadeiro; radical quanto à perfeição de vida, mas extremamente misericordioso para com o pecador; absolutamente radical quando se trata de redimir ou retratar o pecado (veja-se Zaqueu), mas extremamente flexível quanto à regeneração do homem aviltado por seus pecados. Jovem quer Jesus. Um Jesus corajoso, radical, misericordioso, livre, como o jovem deseja ser.

O terceiro ponto é contundente: este recalque do mandamento, seja por medo e covardia, seja na ilusão do ser aceito para”evangelizar”, “produz distúrbios espirituais e psíquicos”.
Nada mais previsível. Se Deus criou o homem para o amor a Ele, a seus irmãos e a si mesmo, tudo o que venha deturpar esta finalidade última de amor e santificação deforma o homem. A isto se dá o nome de pecado.

O recalque do princípio evangélico da pureza visto aqui principalmente como o princípio de castidade, traz enormes prejuízos espirituais, especialmente devido à intemperança e ao vício. E, veja, aqui não estamos falando somente de coisas “‘fortes” como relações sexuais antes do matrimônio ou masturbação e homossexualismo masculino ou feminino. Estamos falando de toda uma caminhada de relacionamento também no namoro e no noivado, caso a vocação do jovem seja a do matrimônio. Estamos falando também dos pensamentos, das fantasias, dos filmes e revistas, dos programas de televisão(mesmo aqueles que parecem meros programas de variedades, mas contêm centenas de sentidos duplos em cada palavra dos apresentadores) das conversas; da maneira de vestir; do comportamento sensual ao andar, falar, sentar; das diversões; da busca desenfreada de mais prazer, de mais emoções, de mais “coisas novas”.

Tudo o que, no campo da sexualidade, for uma manipulação do meu irmão para o meu próprio prazer é contrário à castidade, seja fora, seja dentro do matrimônio, fora ou dentro do namoro, na amizade ou no relacionamento superficial. O que for uma manipulação do outro ou de mim mesmo (pois só sou manipulado, usado, se o permitir, exceto no caso do estupro) vai, obviamente,ser ultraje para a minha alma e para o meu psiquismo. Mais que isso, vai produzir distúrbios espirituais como o vício, a incontinência, a falta de auto-domínio, o afastamento de Deus e da Igreja, o afastamento da oração e da Eucaristia, o esfriamento da alma, a falta de temor a Deus, a relativização dos valores evangélicos, só para citar alguns.
No campo dos distúrbios psíquicos teremos a insegurança, a dependência emocional do outro, a dependência emocional de sensações, a culpa,o medo, o sentimento de ser sujo, de não servir mais para nada, entre muitos outros prejuízos, por vezes, irreversíveis.

Mas qual a vantagem de um jovem viver a castidade? Por que ser casto?

Perguntar isso de maneira genérica equivaleria a perguntar qual a vantagem de ser santo. No entanto, se a pergunta se refere especificamente à castidade quanto à sexualidade, dentre as inúmeras vantagens pode-se destacar duas: a fomentação do amor e a liberdade para discernir a própria vocação. É ainda D. Rafael Cifuentes quem nos ensina:

“O coração humano está destinado a amar. Só no amor ele encontra o seu alimento. Quando não se lhe dá amor, ele procura, esfomeado, o primeiro que encontra: a excitação sexual, a descarga hormonal que o levam a uma insatisfação afetiva e a uma frustração amorosa. O coração humano necessita de um amor à altura da sua dignidade"

Bastaria esta última frase, não é verdade? O seu coração não necessita de um amor degradante, passional, quase animalesco. O seu coração humano necessita de um amor à altura de sua dignidade de filho de Deus. Este amor verdadeiro é o alimento do seu coração e é o único que o leva a Deus. A vivência de uma sexualidade deturpada, pelo contrário, afastam-no de Deus e deixam o seu coração cada vez mais inquieto e faminto em busca de ilusões que o farão cada vez mais fraco e escravizado. Tem razão a Palavra de Deus quando diz, em Jeremias: “Meu povo me abandonou a mim, fonte de água viva, para cavar para si cisternas, cisternas fendidas, que não retêm a água (Jer 2,13)

O seu coração pode descobrir, na vivência tranquila e corajosa da castidade – seja você homem ou mulher o amor que corresponda ao preceito de “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Desta maneira, você está colocando todo o seu ser, seu espírito,suas forças, na vivência do amor autêntico e, nesta vivência, com toda a certeza,vai ter um ambiente mais propício para descobrir a sua vocação. E, entenda,seja ela celibato, sacerdócio ou matrimônio, seu coração estará muito melhor preparado para descobri-la se estiver livre por amor e para o amor, ainda que namorando, ainda que com inúmeros amigos, ainda que vivendo como o mais normal dos jovens cristãos.

Sendo casto, você fomenta o amor real em você, você se prepara para assumir a vontade de Deus em sua vida. Estas duas coisas são suficientes para garantir a “inteireza”‘ e a felicidade permanente,serena e madura de qualquer um. Feliz aquele que não se deixar iludir pelos inúmeros prazeres e ofertas do mundo e aceitar o desafio de trilhar a estrada do amor para um amor maior.

Como viver a castidade hoje

Encontro somente uma resposta: como Maria, tendo coragem e fazendo uma opção radical de vida por Jesus e inteiramente apoiada na graça.
A coragem de optar radicalmente por Jesus, como Maria. Na fé. A coragem sustentada pela convicção de que Jesus é a resposta e de que a Igreja fala por Ele, ainda que o mundo pense o contrário, ainda que meus colegas não me aceitem, ainda que o mundo inteiro espere outra coisa de mim.

A coragem de apoiar-se inteiramente na graça de Deus e de abandonar-se com toda a confiança em Deus, sabendo que, ainda que você sofra, d’Ele vem a recompensa, pois Ele é um Deus fiel e sustentará você constantemente.

Viver a castidade hoje exige coragem e determinação. Exige convicção para vestir-se, comportar-se e pensar diferente de todo o mundo.Exige a determinação de ser fiel à vontade de Deus. Isto, porém, não depende somente de você. A fonte desta coragem e determinação é a graça de Deus. Somente um encontro pessoal com Jesus ressuscitado vai dar a você a coragem e determinação que você não encontra em si mesmo. Somente uma graça especial deste mesmo Jesus levará você a fazer d’Ele o Senhor de sua vida, entregando-se sem medidas e cumprindo a vontade de Deus não por voluntarismo e muito menos por moralismo, mas por amor. Amor a quem amou você primeiro, amor a quem o sustenta e conduz, amor Àquele que transformou sua vida. Um jovem que conhece e ama Jesus assim vive a castidade e as outras virtudes apoiado na graça e encontra n’Ele a coragem de ser luz na escuridão. Aquele que não encontrou Jesus, porém, vai achar tudo muito bonito evai fazer uma força enorme para viver tudo isso, mas, infelizmente, sozinho ele não conseguirá. Precisará da graça, da força da oração, do poder da Palavra, da graça poderosa da reconciliação e Eucaristia.

Maria contou com a graça de Deus como ninguém. Disse seu”sim” incondicional e foi fiel. Viveu de maneira diferente de todas as pessoas de todos os séculos, enquanto durar a humanidade, pois nela refletia-se de maneira singular o próprio Deus. Ser diferente não a abalava.Era uma mulher de fé. Especialmente, era uma mulher que sabia amar, que viveu plenamente sua sexualidade feminina e a maternidade que dela decorre na pureza,na castidade, na fidelidade e obediência a Deus. Quem, de fato, crê, não tem medo de ser diferente. Pelo contrário, sem agressões e vivendo com toda a simplicidade a graça de Deus, é diferente pelo mero fato de ter-se entregue aEle. Da mesma forma, para quem ama de verdade, ser aceito ou não pelo mundo tem muito pouca, mas muito pouca importância mesmo. Importa Aquele a quem ama e para quem vive e aqueles para quem Ele ama e vive.

Deixo você com esta reflexão de D. ‘Rafael sobre o poder da graça e da virtude da castidade sobre o amor humano:
“O amor humano, que vem da natureza, e o divino, que provém da graça, entrelaçam-se e complementam-se: a graça fortifica, eleva,sublima a natureza. É um privilégio único do ser humano que a vida sexual, que deriva da natureza, esteja impregnada pelo amor de Deus que deriva da graça.Dito de maneira mais clara, a energia sexual, a libido, é banhada, é tonificada pelo amor de Deus. O amor de Deus eleva de tal modo o instinto sexual que muda profundamente a sua contextura. Assim, é possível viver de modo estável e gostoso a virtude da castidade”.

Fonte: Comunidade Católica Shalom

terça-feira, 16 de abril de 2013

Ativistas Gays Promovem a "Indignidade Humana"


O Brasil é um país de Fé, e como consequência tem sua tradição sim, tem regras, limites, moral princípios e bons costumes, e infelizmente grande parte dos movimentos GLBTT incentiva sexo indiscriminado, o que para a maioria da população é pornográfico.
A prova é essa cartilha [veja no link] que deveria ser restrita entre seus pares, como são as revistas pornôs de casais hétero  amantes da pornografia, não é mesmo?
Está na hora de nossas autoridades darem um basta nisso, estão confundindo direitos humanos com promiscuidade, banalização do sexo, como se todo gay fosse promiscuo. Em minha opinião, esta cartilha distribuída, que é exclusivamente pornográfica, teve um intuito de angariar simpatizantes para pornografia entre menores, o que é proibido por lei.
Como puderam perceber a população ficou chocada, a escola ficou chocada, as crianças ficaram chocadas os pais ficaram chocados e mesmo assim, vamos ter medo de falar e contestar. Querem em nome de uma bandeira de disseminação de preconceito, homofobia aproveitar a deixa, para promover e implantar pornografias nas mentes de nossos jovens e nas portas das escolas.
Creio que esses movimentos estão se perdendo, estão sem freio, pensando que o Brasil é um país sem lei. Também com tantos maus exemplos de corrupção, é de se esperar que se imagine que nosso país é uma ”zona”, uma “esbórnia”, sem regras sem limites.
A sociedade tem que se manifestar sem medo e botar freio nesta promiscuidade. Pais, profissionais, imprensa séria de moral e bons costumes não podem se acostumar com esse desrespeito. Querem respeito promovendo sempre a promiscuidade. Nunca vão conseguir! Me pergunto: cadê a secretaria de direitos humanos e a psicologia para ver esse crime contra a dignidade das crianças e adolescentes?
Escola não é lugar para se distribuir este tipo de material com conteúdo pornográfico, pois para os movimentos gays, que não tem limite sexual nenhum pode até ser normal, mas para a grande parte da sociedade não é, e não podemos aceitar – e aqui falo como mãe, psicóloga, e defensora sim do bem estar das crianças e adolescentes. Não podemos fechar os olhos para esta barbárie.  Escola é lugar de aprender coisa séria, não bobagens, literalmente.
Um recado ao movimento GLBTT : Brasil não é Holanda. Ninguém quer saber como vocês transam. Vocês estão perdendo a noção do ridículo, do respeito humano, e depois vem com essa “gritaria de perseguição”…
Se coloquem um pouquinho no lugar desses pais, desses adolescentes e aprendam a lutar de forma digna pelos seus direitos. Isso que vocês promovem é “indignidade humana”. É crime expor crianças, adolescentes, menores, a conteúdo pornográfico. A lei é para todos. Espero que a imprensa secular esteja atenta ou realmente teremos que ter repúdio mesmo desse movimento GLBTT, que afirmo: não representa a maioria dos gays, que tem nos procurado e mostrado a sua insatisfação com essa militância que parece querer o tempo todo confrontar a sociedade usando a pornografia e a promiscuidade… Lamentável e criminoso.
Marisa Lobo
Psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Modelo Kylie Bisutti Cancelou Contrato Com a Marca de Lingerie Victoria’s Secret por Causa de Sua Fé.


A modelo americana Kylie Bisutti ficou famosa ao ganhar um concurso promovido pela prestigiada marca de lingerie Victoria’s Secret em 2009. A modelo foi a vencedora de um concurso que teve mais de 10 mil participantes. Porém agora a modelo decidiu romper seu contrato por questões religiosas.
Aos 21 anos, Bisutti é conhecida como uma das “anjinhas” da marca, mas declarou que hoje tem alguns arrependimentos em sua carreira, como frequentar festas e posar para fotos com roupas íntimas. “Eu decidi não desfilar mais com roupas íntimas, porque eu sinto que não estou honrando a Deus ou ao meu marido fazendo isso”, disse a modelo, casada desde os 19 anos.
A modelo afirmou em entrevista ao canal de notícias Fox News que, com essa sua decisão, estará abrindo mão de um sonho profissional em nome de sua fé cristã: “Trabalhar para Victoria’s Secret era meu grande objetivo na vida, tudo o que eu queria na minha carreira. Na verdade, eu adorava trabalhar lá, foi divertido e eu fiquei bastante conhecida. Mas comecei a me sentir cada vez mais desconfortável em posar de roupa íntima por causa da minha fé”. Ela afirmou ser cristã e disse que começou a se condenar por essas fotos e desfiles.

“Eu realmente não quero ser esse tipo de modelo para as meninas, porque eu vi um monte de meninas cristãs olhando para mim como um exemplo, e não quero que elas pensem que é certo andar por aí e mostrar para os meninos seu corpo em roupas íntimas”, completou.
“Eu caí em muitas coisas… é uma indústria tentadora… Meu objetivo hoje é ser um modelo melhor para a juventude… Eu quero que as pessoas vejam que há algo diferente em mim por causa da minha fé”, finalizou.
O cancelamento de seu contrato com a marca de roupas íntimas não significa que Kylie Bisutti irá abandonar sua carreira como modelo. Há pouco tempo ela gravou com Jennifer Lopez um novo comercial para a loja de departamentos Kohl, e está envolvida em um novo show de TV que deverá estrear em setembro pelo canal CW.
Fonte:Comunidade Shalom

sábado, 17 de setembro de 2011

Pornografia na Internet é Pior que Drogas




Um estudo realizado pelo Comitê de Ciência e Tecnologia do Senado norte-americano mostrou que a pornografia na Internet pode ser mais viciante do que o crack ou a cocaína.


Imagens de misoginia, pedofilia ou sexo oral podem provocar efeitos negativos em muitos internautas. De acordo com a revista Wired, o estudo concluiu que os viciados em pornografia na Internet levam mais tempo para se recuperar do que drogados que usam crack ou cocaína. Pior ainda, os viciados em crack conseguem eliminar a droga do organismo.


No caso dos dependentes de pornografia digital, mesmo depois do tratamento, as imagens pornográficas permanecem no cérebro do paciente. Para Mary Anne Layden, co-diretora do Programa de Psicopatologia e Traumas Sexuais da Universidade de Pensilvânia, a pornografia é, atualmente, o maior perigo para a saúde psicológica das pessoas. "A Internet tem o melhor sistema de entrega de drogas. O usuário é anônimo e facilmente estimulado a adquirir novos padrões de comportamento", explica Layden. "A droga (a pornografia) é entregue 24 horas por dia, sete dias por semana em sua própria casa", acrescenta. Para Layden uma geração de jovens viciados está surgindo. E eles nunca vão querer tirar a "pornografia" de suas mentes.

Fonte: Jornal @hora Online

domingo, 3 de julho de 2011

A Teologia do Corpo e a Beleza do Amor: Chave Para a Castidade

A beleza é um dos dois fundamentos sobre os quais o método pastoral de João Paulo II se sustenta na área do casamento e vida familiar. Eu devo mencionar imediatamente o segundo para que o método pastoral não parecem estar pulando numa perna só: é a experiência. João Paulo II é um observador sagaz e disciplinado da experiência humana, particularmente da experiência do amor entre homem e mulher. Seu encontro precoce com a poesia esponsal-experiencial e com a teologia de São João da Cruz deu um forte impulso para o que parece ter sido um aguçado talento natural do jovem Karol Wojtyla.

A combinação desses dois fundamentos, beleza e experiência, é poderoso. Uma beleza dissociada, vista de longe como um objeto de admiração, fora do alcance da experiência real de homens e mulheres comuns, pode despertar nostalgia, mas não pode causar uma mudança real ou fornecer orientação efetiva. A beleza entendida como realizável e em conexão com a experiência diária do amor – essa tem um grande poder para mover e sustentar a vida real. Não é preciso receber o ensinamento de João Paulo II só por causa da mera autoridade. Pode-se verificar sua veracidade ou não na própria experiência.

Não é segredo que muitos católicos, particularmente na academia, discordam sobre a ética do casamento, sexo e família. O método pastoral de João Paulo II é um avanço positivo nesta situação de, por vezes, linhas de batalha entrincheiradas. Ele parece dizer-nos: “Seu desejo pela beleza do amor vai levar você ao lugar certo. Tente esta beleza; teste-a em sua própria experiência “.

Em um estudo teológico sobre o corpo, a questão da finalidade do corpo é central. Por que Deus criou a matéria? Por que criou o corpo humano? Ele o criou como um sinal sacramental, a fim de expressar sua própria vida enquanto Trindade – e a fim de transferir para o mundo visível uma participação nessa vida. O propósito da matéria e do corpo humano em particular é permitir que o esplendor da vida divina penetre no mundo visível e se expresse em uma forma corpórea harmoniosa no amor entre homem e mulher.

Como podemos crescer na visão e no conhecimento dessa beleza? Como essa beleza pode realmente entrar em nossa experiência diária de modo a desabrochar o seu poder de transformar nossas vidas? A vida sobrenatural, que podemos ver apenas com os olhos da fé, atinge nossa experiência através dos dons do Espírito Santo. Qual dos dons do Espírito Santo é particularmente importante para que a beleza do atinja nossa experiência? O ensinamento de João Paulo II é muito claro sobre este ponto. O dom do Espírito Santo que está no centro da espiritualidade conjugal é o dom da piedade ou reverência, isto é, uma sensibilidade viva para o que é sagrado e divino nas relações entre homem e mulher.

Na “Carta às Famílias”, João Paulo ilustra isso ao olhar para a feiúra do seu oposto: “Um amor que não é mais belo, mas reduzido apenas à satisfação da concupiscência (1 João 2:16) ou a um “uso” mútuo entre um homem e uma mulher, faz das pessoas escravas das suas fraquezas. Não é verdade que certas “agendas culturais” modernas levam a essa escravidão?”

Pode-se compreender a beleza do amor contrastando-o com esse mútuo “usar.” O mero “uso” de pessoas, mesmo por consentimento mútuo, por mero prazer ou episódio erótico, é feio, porque é uma ofensa à dignidade humana. A beleza primeira e mais fundamental do amor está ligada com o respeito ou mesmo reverência pela dignidade racional das outras pessoas. É somente no espaço livre aberto por este respeito e reverência que o homem e a mulher podem se mover livremente e com alegria juntos no amor, sem o medo de “asfixia” no “uso”, ou o “jogar a pessoa fora” depois que termina a excitação erótica.

Na Teologia do Corpo, João Paulo II nos mostra a beleza do corpo, acima de tudo, como dom de si no amor. Nesse dom (dádiva, presente), surge uma grande profundidade no corpo: não apenas a vontade e o sentimento e do homem e da mulher em ser uma só carne, oferecendo-se um ao outro, mas ainda mais profundamente, uma participação na comunhão divina de pessoas. É no poder do corpo enquanto um sinal sacramental no casamento que sua maior beleza pode ser vista
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Michael Waldstein, Ph.D., é professor de teologia na Universidade Ave Maria. Ele traduziu as catequeses do Papa para o inglês, no livro: “Man and Woman He Created Them: A Theology of the Body”.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Vale a Pena Esperar!


O valor da esperaA castidade é totalmente essencial para a felicidade de um jovem. Não se deixe enganar e pensar que a maioria dos jovens tem relações sexuais. Não, não têm! Existe muito o que saber e pensar antes de se chegar a uma relação sexual.
As experiências sexuais entre adolescentes são um risco para seu corpo, para suas emoções e para seu futuro. É maravilhoso ver que cresce, nos Estados Unidos, cada vez mais a abstinência sexual entre o público juvenil(Veja a pesquisa).
É certo que existem jovens que decidem ter relações sexuais; mas são eles que terão de viver com as consequências de sua decisão. Existem muitas formas de expressar seu carinho sem ter relações íntimas. Trate de evitar as situações que intensifiquem as emoções sexuais; será mais difícil “frear” neste caso.
Carlos Beltramo diz que os beijos e as carícias movem os hormônios. Às vezes, você como jovem pode afirmar: “Os hormônios são incontroláveis”. E perguntamos: “Onde você esteve ontem à noite?”. Resposta: “Em um parque até as três da madrugada… Cheguei lá às 20 horas com minha namorada”. Portanto, quem escolheu? Quem entrou nessa situação? É normal que haja impulsividade se favorecemos as oportunidades: um selinho, outro selinho, um beijo… E depois: “Estamos cansados! Vamos para o sofá?”. Faça esta pergunta a você mesmo: “Por que fui para o apartamento com ela?” É como fogo sobre palha!
Existem jovens que pensam: “Se ela não aceitar, não me ama”. Sendo um sentimento, o enamoramento pode ser destruído facilmente pelas experiências negativas. O verdadeiro amor cresce, mesmo em meio a experiências difíceis.
Para viver a pureza (castidade), mantenha-se ocupado (a) com esportes e com as atividades de grupo.
Alguns jovens  veem a sexualidade como uma atividade de ócio prazerosa, por isso existe menos densidade no enamoramento, menos pretensão de eternidade. A experiência do enamoramento é a mais plena das experiências, não é eletiva, é surpreendente. Eu me surpreendo enamorado.
Se você e sua namorada ou namorado não puderem chegar a um acordo sobre esse tema, então talvez fosse melhor procurar outra pessoa que pense igual a você. Dizer “não” pode ser a melhor maneira de dizer “eu te amo de verdade”. A castidade não significa rejeição nem menosprezo ao amor. Significa defender o amor do egoísmo.
Repito: a castidade é totalmente essencial à felicidade do jovem. A masturbação e a pornografia fazem com que o homem procure o prazer ao ritmo de seu sexo. Gera prazer, sim, mas não treina para ser feliz. Não treina para amar.
As pessoas precisam crescer no aspecto da paciência. Esse é um déficit muito comum na sociedade moderna, que incentiva a gratificação instantânea desde a infância. Para reforçar a virtude da paciência, a pessoa não deve ser impaciente, porque sendo assim enfraquece a virtude e fortalece o defeito. Vale a pena desenvolver os bons costumes e esperar!
http://www.almas.com.mx/br
Martha Morales

domingo, 27 de fevereiro de 2011

E Se eu Disser Não a Impureza?

"Ela não vai pensar que há algo errado comigo se eu disser não?"! 
Isso depende de que tipo de garota ela é. Uma jovem mulher me contou que chorou quando seu namorado disse que queria parar de fazer coisas sexuais, porque ela pensava que ele estava terminando com o namoro. Mas então, ela disse, “Ele me assegurou que esse não era o caso, e que ele ainda me amava e queria me amar pela minha personalidade e não só pelo meu corpo. Eu fiquei maravilhada com isso”.

É surpreendentemente raro para uma mulher menosprezar um rapaz que quer guardar a inocência do relacionamento. Para testar isso, eu perguntei a mil jovens mulheres em minha pesquisa a seguinte questão: “Se você está indo longe demais com um rapaz, e ele lhe dá um beijo na testa e diz, ‘eu acho que precisamos ir devagar, eu respeito demais você para fazer tudo isso com você, e eu quero me apaixonar com você pelos motivos certos’, você acharia ele mais ou menos atraente?”.

Quase 100 por cento das garotas – 995 – disseram que achariam o rapaz mais atraente. Uma garota disse que isso era “porque ele estaria pensando em nós e não somente nele”. Outra garota disse: “Eu não vou mentir. No primeiro momento eu ficaria pensando, ‘O que? Que tipo de homem diz isso?’ Mas depois naquela noite eu estaria pensando: ‘Eu realmente gosto desse rapaz’”.

Eu fiz uma última pergunta para essas garotas: “Alguns rapazes acham que ser virgem é embaraçoso. Como você se sentiria se um rapaz guardasse sua virgindade para você, sua noiva?”. De novo, as respostas na esmagadora maioria indicam a atratividade da pureza. Aqui estão algumas das respostas que elas deram:

- “Esse é o tipo de rapaz que eu tenho que pegar antes que o resto das bilhões de garotas pegue!”
- “Pare de se preocupar sobre o que os outros vão dizer. Significa tanto que você espere!”.
- “Isso é atraente!”.
- “Está tudo bem em ser virgem. Na verdade, a maioria das garotas prefere assim”.
- “É preciso muita força de vontade para permanecer virgem, e eu amo rapazes assim – que não se importam com o que as pessoas dizem”.
- “Ele é mais homem que muitos outros rapazes”
- “Eles não deviam ficar envergonhados, pois eu não estou”.
- “Essa noiva é uma sortuda”
- “Muitas garotas como eu acham estranho quando um cara fica com medo de ser virgem. Ele devia se orgulhar!”.
- Eu me sentiria uma princesa, porque é assim que eu quero me sentir na noite do meu casamento”.
- “Eu ia querer mais ficar perto dele!”
- “Essa é a coisa mais linda que um homem pode dar à sua noiva. Isso resume a essência do que é ser um homem, com uma só escolha. Ele prometeu à sua noiva sua vida inteira, inclusive seu corpo”.
- “Ele pode te respeitar mais se pode respeitar a si mesmo”.

Quase todas as garotas – 996 – disseram que se sentiriam amadas, honradas, e mais atraídas a um rapaz assim. Das 4 que sobraram, uma expressou descrença que possa existir alguém assim, e as outras três foram indiferentes, dizendo coisas como “Eu não o amaria mais nem menos se ele não fosse virgem”.

Toda garota deseja saber que é querida, desejada, amada, e que merece ser protegida. Quando uma garota chega à universidade, muitas vezes ela já perdeu a esperança por causa das coisas que ela viu (ou fez). Ela pode aceitar os “ficas” ou as relações casuais, mas no fundo de seu coração ela sonha com algo mais. Na verdade, mais mulheres do que eu posso contar chega para mim nas universidades em que dou palestras e me pergunta a mesma coisa: “Todos os rapazes só estão interessados em uma coisa. Onde eu posso encontrar um homem decente?”.

Imagine se você tivesse que falar para uma dessas mulheres que você não quer nada de sexual agora. Se ela lhe abandonar por você querer ser puro, então você já sabe que, para começo de história, ela nunca lhe amou, e você está melhor sem ela. Mas se ela continuar com você, então vocês vão se respeitar sempre. De qualquer modo, nós temos que enfrentar nosso medo de rejeição se é que nós queremos um dia amar de verdade.

Como essa pesquisa mostrou, a maioria das mulheres espera encontrar um homem seguro de si, capaz de auto-domínio. Mesmo se você já perdeu sua virgindade, você ainda pode escolher recomeçar e passar a viver a virtude da pureza. Não importa o passado, nunca é tarde para se tornar o homem que você quer e deve ser.
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Trecho do livro: “Pure Manhood”, de Jason Evert. San Diego: Catholic Answers, 2008.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Abstinência Sexual Antes do Casamento Melhora Vida sexual, Diz Estudo


COMPORTAMENTO

- Pesquisa de universidade americana ouviu duas mil pessoas; satisfação com aspecto sexual foi 15% maior entre casais que esperaram
- Casais que praticaram abstinência teriam relacionamento mais estáveis
28 de dezembro de 2010 | 10h 09
Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia.
Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.
As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores).
Para os casais que ficaram no meio do caminho – tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento – os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias.
Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta “Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?”.
Religiosidade
Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.
“Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo”, diz ele.
“Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento.”
O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.
“Casais que chegam à lua de mel cedo demais – isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento – frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis.”
Por: BBC Brasil

Fonte: Estadao