segunda-feira, 23 de maio de 2011
A Beleza do Namoro Cristão
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Amor Sem Conflitos?
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
domingo, 13 de setembro de 2009
O Último Folheto

-'Ok, papai, estou pronto. '
E seu pai perguntou:
-'Pronto para quê?'
-'Pai, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '
Seu pai respondeu:
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '
O menino olhou para o pai surpreso e perguntou:
-'Mas, pai, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'
Seu pai respondeu:
-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '
Triste, o menino perguntou:
-'Pai, eu posso ir? !'
O pai hesitou por um momento e disse:
-'Pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado. '
Então ele saiu no meio daquela chuva.Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos a todos que via. Depois de caminhar por horas na chuva, estava todo molhado, mas faltava um último folheto.Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Finalmente, o menino se virou para ir embora, mas algo o deteve.Mais uma vez, ele tocou a campainha e bateu na porta bem forte.Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda e finalmente a porta se abriu bem devagar. Uma senhora idosa com um olhar triste.
Ela perguntou :
-'O que você deseja, meu filho?'
Com um sorriso que iluminou o mundo dela, O menino disse:
-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS
e seu grande AMOR. '
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
-'Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!'
Bem, no domingo seguinte na Igreja, o Coordenador do Grupo de Oração, após a sua pregação perguntou:
- 'Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?'
Lentamente, na última fila da Igreja, uma senhora idosa se pôs de pé..
E começou a falar.
- 'Ninguém me conhece neste Grupo, eu nunca estive aqui. Até o domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo e eu fiquei sozinha neste mundo. No domingo passado, um dia frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver. Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi para o sótão da minha casa, amarrei a corda numa madeira do telhado, subi na cadeira e coloquei a corda em volta do meu pescoço.De pé naquela cadeira, só e de coração estava pronta pra saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou.Eu pensei, quem será?:
-'Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. '
Eu esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa a bater forte. E pensei:
-'Quem pode ser?
Ninguém toca a campainha da minha casa a tempos, ainda mais num dia desses..'
Afrouxei a corda do meu pescoço e fui à porta ver quem era, enquanto a campainha soava cada vez mais alta. Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito SALTASSE PARA A VIDA quando ele disse:
-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '
Então ele me entregou este folheto que eu tenho em minhas mãos.Conforme aquele menino desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e li cada palavra deste folheto. Então eu subi para o sótão, peguei minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas.
Vocês vêem - eu agora eu estou aquí!
Já que o endereço do seu Grupo de Oração estava no verso deste folheto, vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO a este menino de Deus que no momento certo livrou a minha alma. 'Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos no Grupo de Oração.
O coordenador do Grupo, foi em direção a primeira fila onde o 'seu' menino estava sentado. Tomou seu filho nos braços e chorou Provavelmente nenhum Grupo de Oração teve um momento tão grande como este e provavelmente este universo nunca viu um pai tão transbordante de amor e honra por causa do seu filho...
Exceto um.
Este Pai também permitiu que o Seu Filho viesse a um mundo frio e tenebroso.Ele recebeu o Seu Filho de volta com gozo indescritível, o Pai assentou o Seu Filho num trono acima de todo principado e lhe deu um nome que é acima de todo nome.
Não deixe que esta MENSAGEM se perca, passe-a adiante.
Lembre-se:
Ela pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.
Jesus ama a todos nós !!!
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Sou Filho Amado

(Lc 3,21-22)
Vivemos numa sociedade carente de amor. Jovens e adultos vivem buscando uma experiência que os realize e que dê sentido às suas vidas. Vi nesta passagem da bíblia o caminho que todos têm que trilhar. Imitar a humildade de Jesus que: "Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens". (Fl 2,6,7)
Entrar na fila dos pecadores e deixar-se invadir pelo Espírito Santo, é o convite do Senhor para todos nós. A graça maior que Deus quer nos conceder é uma certeza profunda de que somos filhos amados e que Ele põe em nós toda a sua afeição. Quando isso acontece nos tornamos como diz o apóstolo Paulo: "Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou". (Rm 8,37)
Mais do que saber que Deus nos ama, essa graça nos faz crer e nessa fé nada mais nos afasta do amor de Deus. Como está escrito: "Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor". (Rm 8,38-39)
Após o batismo no Jordão Jesus venceu o demônio no deserto, resistindo às tentações e assume diante de todos o seu ministério. Mesmo perseguido e até mesmo enfrentando os que queriam mata-lo, segue em frente. Essa experiência, que se repete na transfiguração, dá a Ele a força que precisa. Nada mais poderoso numa vida do que se saber amado, ter a certeza de que o Pai nunca nos abandona, nunca nos deixa só. Como Ele mesmo declara: "Eis que vem a hora, e ela já veio, em que sereis espalhados, cada um para o seu lado, e me deixareis sozinho. Mas não estou só, porque o Pai está comigo". (Jo 16,32)
A experiência do batismo no Espírito Santo nos enche do amor de Deus e nos capacita a fazer aquilo que nunca pensamos conseguir realizar. Com certeza, sem essa graça, jamais poderíamos.
Jesus em toda sua vida, especialmente na sua agonia, nos revela a importância de crer no amor de Deus. Na traição permanece amando; assume sozinho a prisão, libertando os outros; olha a todos com amor; sofre sem odiar ninguém; carrega a cruz que não lhe pertence; ora em todo o tempo; perdoa o que não merece perdão e promete a ele o paraíso, sem que tenha de reparar o mal que fez; mesmo sofrendo ele não esquece sua mãe e providencia para ela uma lar que a acolha; perdoa a todos, inocentando-os; ora ao Pai e entrega a vida em Suas mãos; a tradição diz que mesmo o soldado que cravou a lança em seu peito foi curado! Essa é a força que tem, aquele que recebe a graça de ser batizado no Espírito Santo e tem confirmado no seu coração o amor do Pai.
O mundo necessita de homens e mulheres que recebendo essa graça se tornem testemunhas verdadeiras de Jesus, imitando-o. Concluo com uma palavra reveladora de São Paulo e com uma oração, que espero tocar o coração de cada leitor:
Hamilton Apolônio
Fundador e Coordenador Geral da Comunidade Católica Boa Nova
quinta-feira, 10 de julho de 2008
No Clima do Congresso Nacional da RCC, a Primeira Formação de Família Para a Juventude Revolução Jesus: Tenho Medo do Casamento e Agora?

Haverá momentos em que precisaremos assumir um compromisso mais sério com alguém, e o nosso dilema será saber se estamos fazendo a melhor escolha. Certamente, essa hesitação seria menor se fosse possível adivinhar as conseqüências de nossas opções; o que é praticamente impossível. Fica a nosso critério apenas tentar descobrir os procedimentos para melhor alcançar nossos propósitos.
Os bons resultados de um trabalho são alcançados por meio de boas ferramentas e de um plano de ação. Para alguém que deseja roçar um campo, mesmo possuindo os equipamentos necessários, ainda assim, poderá ser surpreendido com chuvas ou outras interferências, as quais não dependem de sua vontade. Da mesma maneira, na vida conjugal, por melhor que sejam os nossos projetos, precisamos estar cientes de que também estaremos sujeitos a certas situações que não foram previstas, mas que poderão ser solucionadas com o empenho de ambos.
Para quem vive o namoro há algum tempo, por vários momentos já deve ter conversado sobre o futuro do relacionamento. É no amadurecimento e no tempo de convívio que os casais obterão subsídios suficientes para acolher a proposta de uma vida matrimonial. Assumir a vida conjugal será sempre uma tarefa desafiadora, pois independentemente do estado social ou financeiro, este compromisso une as pessoas num único sentimento. É pensando nisso que, talvez, a maioria das pessoas hesite diante de uma proposta de firmarem para sempre seu relacionamento.
O medo de enfrentar o “desconhecido”, as histórias de crises conjugais e o peso das responsabilidades somados às estatísticas, que apontam o crescimento de casais divorciados, podem realmente intimidar os nubentes. Isso não significa que as causas que justificaram os insucessos do casamento de outras pessoas estarão também condenando à falência o propósito do casal de enamorados.
O amor exige, de todos, disposição e coragem para romper com suas próprias limitações. Acreditar que o casal está isento de imperfeições ou que por toda a vida conjugal viverá, a cada segundo, em perfeita harmonia sem empreender esforço algum, pode ser um grande engano. Sabemos que, ao longo do convívio, nem sempre os elaborados planos vão dar certo; mas a decisão comum do casal em viver seus propósitos, a fim de alcançar seus objetivos, os fará assumir uma nova atitude diante de cada novo problema.
Decidir-se pelo casamento, entendendo que o relacionamento pode ser diferente, é o que diferenciará nossas opções e nos dará forças para lutar pela felicidade conjugal ao lado da pessoa que escolhemos para partilhar nossa vida.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
No Final do Mês dos Namorados, mais uma pra Juventude Revolução Jesus: NAMORO É CONSTRUÇÃO!

O namoro, como toda relação humana, é encontro. Encontro de dois universos, duas histórias, duas maneiras diferentes de compreender a vida. Nesse encontro cada um carrega o que lhe é próprio: suas circunstâncias, determinismos, a educação recebida por parte dos pais e familiares, enfim, sua identidade. Quando tais diferenças começam a aparecer acontecem os primeiros “choques” relacionais, pois, descobrir um outro que não sou eu, que pensa diferente e que não age do jeito que eu acho que é certo, por hora, causa desconcerto, desinstalando assim meu universo.
Existem realidades na identidade do outro que são sagradas e nos agridem pelo simples fato de existirem. São costumes, formas de pensar, percepções, que, muitas vezes, se chocam com nossos conceitos e inauguram no coração um intenso processo de ira.
Em tais momentos faz-se necessário uma aguçada sensibilidade para acolher a verdade do outro naquilo que o compõe, com respeito e compreensão: Entendendo que, com ele, é diferente, pois sua história foi outra e que, mesmo assim, ele é muito mais do que nossos preconceitos o pintaram. Por isso, precisamos estar abertos para descobrir sua essência para além de nossos julgamentos.
A base para que todo namoro – e relação – seja sadio é o respeito pela história e identidade do outro. Respeito este que se traduz em uma sincera “acolhida” de tal identidade e pela disposição para adentrar naquilo que a constitui.
As cenas acontecidas em nossa história, por mais duras que tenham sido, não têm o poder de nos determinar eternamente no que seremos, pois, o ser humano é sempre um “ser de possibilidades e de superação”.
Para construir um belo e sólido namoro é preciso cultivar e consciência de que a acolhida – com o sagrado respeito – das raízes que emolduram o outro e a disposição para construir com ele uma nova história, a partir do real, são realidades essenciais.
Também acontece que, muitas vezes, o que atrapalha profundamente um relacionamento não são tanto os defeitos que vemos no outro, mas o receio despertado em nós diante da diferença que o caracteriza. Pois tal percepção pode trazer à tona o medo inconsciente de nos perdermos de nossa identidade em virtude de uma outra, com outros valores e significações, a qual aos poucos começa a invadir nosso mundo e a bagunçar nossas estruturas.
Só quem sabe perder pode verdadeiramente ganhar (cf. Mc 8,35); por isso, para crescermos em nossos relacionamentos será necessário nos despojarmos do receio de nos perder e de ser contrariados, para nos lançarmos no amor que se expressa na doação. E doar-se não significa afastar-se do que se é para agradar alguém, isso se chama alienação. A doação se caracteriza quando abrimos mão – com respeito à nossa identidade, é claro – do “nosso jeito”, do que “nós achamos certo”, das “nossas razões”, para assim alargar nossa compreensão e nos permitir apreender com um outro jeito de perceber as realidades. A diferença do outro existe para nos acrescentar algo e não para nos destruir.
A (o) namorada (o) é alguém que está ao nosso lado para nos ajudar a crescer e a compreender o que ainda não somos capazes de enxergar; enfim, para nos completar em nossas ausências. Contudo, a construção do namoro é um processo de lapidação que requer paciência e perseverança. Por mais que ambos pareçam “pedras imóveis e informes” existe – no solo sagrado desses corações – lindos e preciosos diamantes, que cada qual tem a missão de descobrir.
A lapidação é um processo que causa dor, pois nele são arrancados os excessos que não pertencem à essência do diamante. O tempo se encarregará de revelar o que nos é essencial e o que, de fato, não nos pertencia, mas nos foi imposto devido ao solo que nos abrigava.
No namoro ninguém está pronto, ambos têm a missão de se construírem reciprocamente nessa belíssima lapidação, que dá luz ao genuíno amor e que investe a existência de sentido e satisfação. Namoro é uma contínua construção, pois esse relacionamento não se torna maduro da noite para o dia. Nele é preciso investir, construindo no hoje o diamante que se evidenciará amanhã...
Deus abençoe o seu namoro!
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Namoro: Como Entender o Outro?

Uma das nossas maiores riquezas são as diferenças! No repertório do nosso Criador não há chance de repetição! Cada pessoa é uma pessoa, cada homem é único, cada mulher é única. E Deus nos quis fazer sexuados: masculino ou feminino. Aqui já começam nossas diferenças e também nossas riquezas, pois à medida que as diferenças se evidenciam o aspecto da complementaridade sobressai. E como sempre gosto de ressaltar: nossa felicidade reside em estar com o outro, em servir e amar o outro.
A sexualidade vai além do aspecto corporal: há um “modo masculino” ou um “modo feminino” que revelam comportamentos específicos de projetar o mundo, de agir, de pensar, de enfrentar a vida; portanto, cada célula do organismo da pessoa traz o selo do seu sexo. Desde o aspecto físico e fisiológico, isto é, o funcionamento do organismo, até o aspecto psicológico a mulher é diferente do homem: sempre mais delicada e com constantes alterações hormonais. O que influencia consideravelmente em seu funcionamento psíquico, pois somos uma unidade e existe uma interação entre a dimensão biológica e a psíquica.
Tendo isso em conta, podemos perguntar-nos quais são as diferenças psíquicas fundamentais entre o homem e a mulher. Mas antes convém saber que isso não se trata da presença ou da ausência de características diversas, mas de variações de intensidade e de tonalidade.
O maior interesse da mulher dirige-se essencialmente aos seres vivos porque é essencialmente materna. Essa característica a leva a se preocupar mais com os outros do que com ela mesma, possuindo capacidade maior de resignação. Sente-se feliz fazendo o outro feliz.
A mulher, em sua sensibilidade, também quer ser protegida pelo homem, deseja sentir-se a pessoa mais importante na face da terra para o seu amado; por isso, em muitos casos, provoca ciúmes para ver a reação do amado e perceber se realmente é amada.
Ela deseja ser respeitada como pessoa considerando suas habilidades, inteligência, profissão e também na vivência da sexualidade, mesmo no momento em que vivemos no qual se instiga a liberalidade sexual. Na maioria das vezes as relações sexuais ocorrem já no namoro – não porque a mulher assim o deseja, mas por pressão do namorado, por medo de perdê-lo ou pela pressão da sociedade que incentiva a luxúria.
Então podemos deduzir que a mulher não é igual ao homem. Homem e mulher são complementares um para o outro. O homem não é plenamente homem sem a presença da mulher, nem esta é totalmente humana sem o complemento do homem. Homem e mulher foram criados como seres correspondentes um ao outro. É o outro que nos completa, que nos complementa. Por isso viva a diferença!
maralourenco@geracaophn.com
Psicóloga e Membro da Comunidade de Aliança Canção Nova
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Diga: EU TE AMO!
Quando alguém falou de amor, tudo mudou; coisas aparentemente muito importantes perderam espaço e até dificuldades foram superadas, porque alguém resolveu falar: "eu te amo". Cuidado! Amor contido faz sofrer muito e sofrer mais ainda quem não faz romper o medo de amar com a coragem de quem resolve viver.
É isso que você precisa fazer e rápido. Agora é com você! Se não percebeu, eu lhe digo rapidinho que amar e dizer que ama, é uma decisão que só você pode tomar. Tenha pressa, sim! Reflita comigo: a maioria dos problemas tem como causa o desamor! Experimente dizer: "eu te amo". Se puder, depois, conte-me os resultados!
Ricardo Sá-Comunidade Canção Nova
sábado, 6 de outubro de 2007
Sexo no namoro?
Em algumas culturas o fator que rege a decisão de se casar não cabe aos namorados, mas a outros interesses que favorecem as famílias envolvidas, como o pagamento de dotes – em forma de dinheiro ou outros bens. Em nossos dias, na cultura ocidental, após certo tempo de namoro, o casal decide por si mesmo o momento de se casar.
Casar-se significa muito mais do que ter alguém com quem dormir junto. A decisão dos namorados de se casar deverá estar fundamentada no desejo de comungar os mesmos propósitos. Entre muitos aspectos – que incidem nessa decisão – estão a preocupação com respeito à moradia, às condições financeiras necessárias para se começar a vida, à espiritualidade, especialmente se um dos cônjuges for de religião diferente, assim como com relação ao melhor momento de se conceber filhos, entre outros. Se como namorados o diálogo e a reconciliação já fazem parte de suas vidas, tais atitudes serão ainda mais exigidas do casal na vivência do matrimônio, pois a harmonia se torna mais fecunda quando todas as decisões são tomadas em conjunto.
Por melhor que seja o convívio entre os namorados, ou independentemente do tempo de namoro, não confere ao casal os mesmos direitos daqueles que estão vivendo o sacramento do matrimônio, ou seja, a intimidade sexual. O calor das paixões dos jovens casais, especialmente quando estes se encontram em lugares muito reservados, poderá levá-los a viver uma experiência íntima, regada por juras de amor, promessas de casamento ou talvez simplesmente fundamentada no desejo da realização de um prazer genital.
Muitos namorados não preparados psicológica nem emocionalmente vivem as conseqüências implícitas na relação sexual. Eles se tornam pais quando ainda não passam de adolescentes crescidos. Assustados com a inesperada surpresa, poderão esquecer-se das juras de amor eterno e da responsabilidade que diziam estar dispostos a assumir. E na tentativa de equacionar a questão de uma gravidez prematura, alguns casais tomam a decisão imatura de se casar, embora muitos vivam na dependência de seus pais, pois ainda estão estudando, não têm um trabalho ou na pior das hipóteses: nunca pensaram realmente na possibilidade de se casar com aquela pessoa.
Certamente, os planos para o futuro dos casais de namorados ou noivos são para o término de seus estudos, entre outras coisas. Para se evitar uma reviravolta em seus projetos de vida, melhor será conduzir o relacionamento na condição de viver o processo natural de conhecimento mútuo. Afinal se existe uma pretensão de se casar, penso ser também necessário buscar a amizade com os familiares de ambos os lados, aplicar-se reciprocamente nas descobertas de outros sinais importantes, que os auxiliarão no processo de encontrar o equilíbrio no relacionamento e desenvoltura para superar os conflitos pessoais.
Acredito que a antecipação dos acontecimentos poderá levar o casal a viver uma difícil experiência no casamento. Mesmo que a intimidade no namoro seja assumida como uma tendência natural aos olhos das pessoas mais liberais, busquemos entender que a realização e a plenitude de um amor maduro não florescem da explosão dos hormônios. Estas se darão na confirmação do compromisso que, no ápice da intimidade abençoada, marido e mulher se declaram – no silêncio das palavras – sua pertença incondicional ao outro.
Um abraço e até breve.
Missionário da Comunidade Canção Nova