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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Eu, Viciado em Internet?


Você é daqueles que não consegue ficar sem internet durante uma hora sequer? Sente necessidade de compartilhar tudo o que vê e faz, fica extremamente irritado quando um vídeo não carrega rápido ou alguém pede para você deixar de lado seu PC, notebook ou tablet? Deixa de sair ou fazer coisas simples do seu cotidiano para passar horas nas redes sociais?Cuidado, você pode estar no rol dos viciados em internet, um problema que atinge cerca de 50 milhões de pessoas no mundo, segundo estudos da Universidade La Salle nos Estados Unidos.
Para muitos é difícil estipular quando uma pessoa é viciada em internet, já que esta pode ser usada para trabalho, estudo e outros fins que nos fazem conectados durante todo o dia, por exemplo. Mas, para alguns médicos e especialistas, existe sim esta dependência que já pode ser considerada tão crônica como o vício de substâncias como cocaína e álcool. Vale lembrar que o uso compulsivo da internet foi reconhecido pela Associação Americana de Psicólogos e ganhou o nome Internet Addiction Disorder (Disfunção do Vício de Internet).
O primeiro a usar o termo “vício de internet” foi o psiquiatra americano Ivam Goldberg, que estipulou uma série de critérios que definiriam um adicto na rede. Entre eles podemos citar pensamentos obsessivos acerca do que pode estar acontecendo em internet, necessidade de aumentar a quantidade de tempo na rede para conseguir satisfação, fantasias ou sonhos sobre a net. Uma outra cientista, a qual tem realizado um trabalho internacional, é a Dra. Kimberly Young, da Universidade São Boaventura, nos Estados Unidos, e diretora do Centro de Recuperação de Dependentes de Internet, autora dos livros ‘Pego pela Rede’ traduzido para mais de seis línguas e ‘enrolados na rede’.
Para Young, os sintomas do vício em internet são semelhantes aos dos controles dos impulsos, como vício em jogos, sexo ou compras, ou seja, um vício sem drogas. “Eles começam a perder prazos importantes no trabalho, passar menos tempo com sua família e, lentamente, mudam suas rotinas normais. Negligenciam relações sociais com amigos, colegas de trabalho e com suas comunidades; finalmente, suas vidas se tornam incontroláveis por causa da internet”, afirma Dra. Young referindo-se aos adictos na net.
No Brasil, a Associação Viver Bem, ligada ao Hospital das Clínicas de São Paulo (SP) tem feito um trabalho semelhante ao da Dra. Young, nos Estados Unidos; é o projeto ANJOTI, o qual visa o tratamento de pessoas com trantornos do impulso. Para a psicóloga do projeto, Renata Maransaldi, é preciso que os pais e familiares fiquem atentos à quantidade de tempo que a pessoa fica conectada à rede. “Muitas vezes, a pessoa fica horas na internet e, quando alguém solicita a sua presença, ela fica extremamente irritada”, explica a profissional.
Como tratar pessoas com este quadro patológico tão complexo?
Segundo Renata, é preciso que a pessoa ou seus familiares busquem ajuda profissional para diminuir os impactos do mundo digital no cotidiano dela. “Quando se chega num estágio patológico, é preciso uma avaliação psicológica e psiquiátrica que caminhem juntas. Se a pessoa seguir o tratamento, com o uso da medicação e da psicoterapia, ela tem uma melhora significativa, porque o tratamento não é voltado apenas para o uso da internet, mas para os prejuízos que ela provoca na vida social do sujeito” conclui Renata.
Veja, abaixo, os sintomas mais comuns do vício na internet.
Daniel Machado
produtor do destrave.cancaonova.com

sábado, 17 de setembro de 2011

Pornografia na Internet é Pior que Drogas




Um estudo realizado pelo Comitê de Ciência e Tecnologia do Senado norte-americano mostrou que a pornografia na Internet pode ser mais viciante do que o crack ou a cocaína.


Imagens de misoginia, pedofilia ou sexo oral podem provocar efeitos negativos em muitos internautas. De acordo com a revista Wired, o estudo concluiu que os viciados em pornografia na Internet levam mais tempo para se recuperar do que drogados que usam crack ou cocaína. Pior ainda, os viciados em crack conseguem eliminar a droga do organismo.


No caso dos dependentes de pornografia digital, mesmo depois do tratamento, as imagens pornográficas permanecem no cérebro do paciente. Para Mary Anne Layden, co-diretora do Programa de Psicopatologia e Traumas Sexuais da Universidade de Pensilvânia, a pornografia é, atualmente, o maior perigo para a saúde psicológica das pessoas. "A Internet tem o melhor sistema de entrega de drogas. O usuário é anônimo e facilmente estimulado a adquirir novos padrões de comportamento", explica Layden. "A droga (a pornografia) é entregue 24 horas por dia, sete dias por semana em sua própria casa", acrescenta. Para Layden uma geração de jovens viciados está surgindo. E eles nunca vão querer tirar a "pornografia" de suas mentes.

Fonte: Jornal @hora Online

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Pastoral Digital: Como Você Usa suas Redes?


Em um mundo cada vez mais rápido e conectado em tempo real a tudo o que acontece, onde as redes sociais (FaceBook, Orkut, Twitter, …) tem realmente pescado uma multidão enorme de peixes de todos os tipos, tamanhos e idades, nos vemos diante de um desafio: “Como a 'Barca de Pedro‘ pode continuar a pescaria em novos mares?”.

Apesar de ser uma novidade desafiadora, a resposta é a mesma dada por Jesus a Pedro após uma exaustiva noite de pesca sem nada apanhar no mar de Tiberíades:“Disse-lhes ele (Jesus): Lançai a rede ao lado direito da barca e achareis. Lançaram-na, e já não podiam arrastá-la por causa da grande quantidade de peixes” (Jo 21,6).

É um misto de coisas antigas e novas, aí é que percebemos que a Palavra de Cristo é sempre atual e responde aos anseios do homem moderno; de modo especial aos novos trabalhadores da ‘Barca de Pedro’, operários desta grande companhia de pesca que é a Igreja.

A proposta que Cristo nos faz hoje é de lançarmos as redes. São outros mares é verdade, mas também são novas ‘redes’, e a ordem vem acompanhada de uma promessa: ‘Lançai e achareis’.

Precisamos navegar por este mar e levar a ‘Boa’ de Cristo que é sempre ‘Nova’; afinal ninguém entende mais de novidade do que a Igreja do Deus vivo que vem proclamando a ‘Boa’ há mais de 2 mil anos.

Quem melhor do que um homem de Deus poderá desenvolver e pôr em prática, mediante as próprias competências no âmbito dos novos meios digitais, uma pastoral que torne Deus vivo e atual na realidade de hoje e apresente a sabedoria religiosa do passado como riqueza donde haurir para se viver dignamente o tempo presente e construir adequadamente o futuro?” (Mensagem do Papa Bento XVI para o 44º Dia Mundial das Comunicações – 2010)

Não se trata apenas de marcar presença nas ferramentas de relacionamento na internet, mas de levar a Boa Nova de Cristo a um ambiente que tende ao fechamento e isolamento; é incentivar os relacionamentos intensos, solidários, sinceros, colaborativos, que produzam frutos de vida nova no mundo real.

A evangelização dentro das redes sociais não vieram para atrapalhar ou tirar as pessoas de suas paróquias; ao contrário, elas contribuem e muito para levar a mensagem do Evangelho mais rápido e mais longe, tornando-se assim uma extensão de nossas comunidades.

Porém, como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue?” (Rm 10,14).

Pecaremos por omissão se não fizermos um uso sábio destas ferramentas, pois precisamos lançar as redes em todos os lugares, pois a missão da Igreja é, e sempre será, comunicar a ‘Boa’ de Cristo. Assim como São Paulo, precisamos anunciar na linguagem dos povos a quem comunicamos, usar a cultura e o modo de viver deles:

Percorrendo a cidade e considerando os monumentos do vosso culto, encontrei também um altar com esta inscrição: A um Deus desconhecido. O que adorais sem o conhecer, eu vo-lo anuncio!” (At. 17,23)

Os meios de comunicação modernos estão aí, a cada dia, trancando as pessoas no mar de seu egoísmo e solidão, enchendo os corações de pornografia e trevas, dividindo e destruindo famílias, incitando tantos ao erro e ao pecado como modo de vida. São comunidades inteiras na rede, com os mesmos desafios de outrora. Por isso a necessidade de uma pastoral digital’, como foi o pedido do Papa Bento XVI.

E nós, o que estamos fazendo? Estamos fazendo das redes sociais da vida um lugar de ‘besteirol’, onde pouco a pouco nos deixamos envolver pela escuridão; ou estamos proclamando a ‘Boa’ do Evangelho? Estamos deixando resplandecer em nossas redes e comunidades a 'face de Cristo‘ ou usando da internet como um refúgio onde camuflamos o nosso ser de Deus e assumimos o que não somos? A internet não é uma ‘terra de ninguém‘, como muitos pensam, mas é uma terra de quem sabe comunicar o que é e de quem é.

Mas não quero motivar você a não usar a rede digital, pois não foi esta a ordem de Cristo, a ordem d’Ele foi lançar as redes do outro lado da barca. Resultado: foram 153 espécies de peixes, ou seja, todas as espécies de peixes daquele mar!

Então, prepare as redes, conecte-se, navegue e boa pescaria, pois o mar digital é grande e está cheio de peixes sedentos da verdade. Precisamos comunicar o Evangelho a todos usando redes eficazes e fortes.

Deus o abençõe!

Redação do Cancaonova.com


sábado, 3 de janeiro de 2009

Nosso Blog na Europa!


Irmãos, hoje, pela graça de Deus, descobri em pesquisas na net que nosso blog é um dos links de um blog pertencente a uma irmã ligada a Comunidade Canção Nova em Portugal, com isso somos cada vez mais responsáveis em levar o chamado à Adoração como forma de vida, com a alegria de atingir onde não podemos ainda ver pois:
"A fé é a certeza de já possuir o que não se vê!"(Heb 11,1)