"Imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados."( Marcos 16,18)
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Deus Cura em Sua Igreja
"Imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados."( Marcos 16,18)
domingo, 17 de abril de 2011
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Sinal de Deus em Foto de Batismo

quarta-feira, 19 de maio de 2010
Acredita em Milagres?Veja Essa História!
Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2010/05/18/menina-beira-da-falencia-dos-rins-desenvolve-dois-novos-orgaos-292600.asp
domingo, 15 de novembro de 2009
Medalha Milagrosa

Vejamos, pois. Na narração do Gênesis, quando do seu ato criador, o primeiro sinal emitido pelo Senhor foi a visibilidade de sua obra; depois, com a criação do homem em estado de graça, foi a possibilidade de vê-LO face a face, e ainda, a liberdade de administrar a obra de suas mãos.
Com o advento do pecado e a degradação dos valores eternos recebidos pelos nossos primeiros pais, os sinais da presença divina ficaram escassos; muito embora, presentes pela manutenção da vida e pela graça do arrependimento do homem e a reconciliação com o Senhor. Assim, no dilúvio, com Noé e o sinal do arco Iris, Deus firmava sua promessa e a vida dos homens e das outras criaturas; de igual modo, na aliança feita com Abraão, suas promessas se confirmaram pela vocação do povo eleito à filiação divina e pelo sinal da circuncisão. Em Moisés, vemos a aliança confirmada com as Tábuas da Lei e a partida de volta para a terra prometida; já nos profetas Deus emite seus sinais pela confirmação da promessa da vinda iminente do Messias, a Nova Aliança Eterna e a consumação de tudo na glória do seu Reino.
Com a vinda de Jesus, o Filho amado, na plenitude dos tempos, Deus cumpriu, pela consumação da revelação, o seu plano de amor para com a humanidade e toda a criação. Logo, a partir de Jesus Cristo, o doce Rabi da Galiléia, o sinal da presença divina tornou-se perene mediante a ação do Espírito Santo na Igreja pela da Eucaristia, sinal perpétuo da visibilidade divina no meio de nós, confirmadas nas palavras de Jesus: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”. (Cf. Mt 28,20b).
Nos tempos atuais Deus tem emitido seus novos sinais também por meio dos santos e santas, em especial a Virgem Maria, que seguiram os passos de Jesus pelo caminho da cruz; esses sinais se multiplicam dia a dia em favor de todos os fiéis que creem e esperam sua páscoa e a segunda vinda gloriosa do Salvador de toda a humanidade.
Dentre os novos sinais da graça de Deus a nosso favor, temos no sacramental, a Medalha Milagrosa, um lugar de destaque devido ao motivo pelo qual foi emitido: a cessação da lepra do pecado que assola a nossa humanidade. Desse modo, pela emissão desse sinal na aparição da Virgem Santíssima à santa Catarina de Labouré, Deus nos aponta o caminho da conversão pessoal e da devoção aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, como meios para recebermos suas graças inefáveis e podermos viver neste mundo conforme a sua santa vontade.
A “Medalha Milagrosa” que a VIRGEM MARIA mandou a Irmã Catarina Labouré cunhar em 1830, tem sua fama de milagrosa pelos sinais e prodígios acontecidos logo após sua confecção e ao logo do tempo, conforme a promessa da Santa Mãe de Deus à santa Catarina: “Fazei cunhar uma medalha conforme o modelo que te mostrei. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança” — prometeu a Santíssima Virgem. DESCRIÇÃO DA MEDALHA MILAGROSA A Medalha tem na frente a imagem de NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS como habitualmente conhecemos, derramando de suas mãos abertas “raios de Graças” sobre toda humanidade.
No verso da Medalha, encontramos outro apelo, que na verdade é um discreto e carinhoso convite a humanidade, para cultivar a “Devoção Conjunta aos Dois Sagrados Corações de JESUS e de MARIA”. Aparece um “M” do nome “MARIA”, que é uma alusão ao reconhecimento que todas as gerações devem ter à nossa MÃE SANTÍSSIMA por sua permanente intercessão junto a DEUS em beneficio de todos nós. Isto, lembrando o auxílio, o zelo e os preciosos cuidados que maternalmente e repleta de amor, Ela sempre dedica a todos os seus filhos, principalmente àqueles que buscam a sua inefável e tão querida proteção. Em cima do “M” temos a gloriosa “CRUZ DE CRISTO”, que assumindo os pecados da humanidade, nela consolou o PAI ETERNO e redimiu todas as gerações, abrindo as portas da Salvação para todos, independentemente de nossa vontade pessoal, num gesto supremo e sublime, de Sua Caridade Divina. Embaixo do “M” de “MARIA”, estão os “Dois Corações”, representando o “Sagrado Coração de JESUS” e o “Imaculado Coração de MARIA”. O “Coração de JESUS” está envolto por uma coroa de espinhos, nos recordando todos os pecados e transgressões praticados contra Ele; o “Coração de MARIA” está atravessado por um punhal, que representa a decepção e a dor lancinante sentida por nossa MÃE, pelas maldades e por todos os crimes que mancham e destroem as almas, afastando-as de DEUS.
Então, na riqueza de benefícios da Medalha encontramos também esta apresentação que pela primeira vez vem sugerir a todos nós, a necessária e filial preocupação de consolar com nossas orações e nossa vida, os “Dois Sagrados Corações Unidos no Amor”, colocando em prática uma carinhosa Devoção conjuntamente aos “Corações de JESUS e de MARIA”.
No Brasil, como em muitos países NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA é conhecida com o nome de NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS.
Paz e Bem!
Frei Fernando – Missionário Doce Mãe de Deus – João Pessoa/PB
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Multiplicação dos Pães: Milagre ou Partilha?

Algumas pessoas têm nos perguntado se houve de fato o milagre da multiplicação dos pães (cf. João 6, 1-15; Marcos 14,13-21; João 6, 1-14; Lucas 9, 10-17) ou se houve apenas uma “partilha”, motivada pelas palavras de Jesus, como alguns andam ensinando. A interpretação de que houve apenas uma “partilha” não corresponde aos dizeres do texto bíblico e não é aceita pelos bons exegetas em geral. Cristo não fez “discurso” nenhum pedindo essa “partilha”, fez um grande milagre.
Querer esvaziar esse milagre portentoso de Nosso Senhor Jesus Cristo é uma especulação vazia e perigosa em cima do texto bíblico, a qual não pode ser provada. A multiplicação dos pães é um fato histórico milagroso, descrito pelos evangelistas como figura da Eucaristia e da abundância prometida pelos profetas para o Reino messiânico.
O Catecismo da Igreja Católica (CIC), seguindo a Tradição, é claro ao falar do “milagre da multiplicação dos pães”: “O milagre da multiplicação dos pães, quando o Senhor proferiu a bênção, partiu e distribuiu os pães a seus discípulos para alimentar a multidão, prefigura a superabundância deste único pão de sua Eucaristia” (CIC § 1335). É muito interessante a análise do texto em comparação com o milagre da Eucaristia.
Mateus 14, 15: “Ao entardecer” em grego é a fórmula com que é introduzido o relato da Última Ceia.
Mateus 14, 19: “tomou os pães”, “levantou os olhos para o céu”, “abençoou”, “partiu”, “deu aos discípulos” são expressões da Última Ceia e da posterior Celebração Eucarística.
Mateus 14, 20: a grande quantidade de pão assim doada lembra a fartura prometida pelos profetas para os tempos messiânicos (cf. Oséias 14, 8; Isaías 49, 10; 55, 1...)
O ato de recolher os fragmentos que sobram é usual na Celebração Eucarística. É importante notar que o acontecimento foi marcante para os Apóstolos e para todo o povo. Todos os evangelistas narram o milagre. Mateus e Marcos o narram duas vezes (cf. Mateus 14,13-21; 15, 29-39 e Marcos 6, 30-40; 8, 1-18). São Lucas o faz uma vez (cf. Lucas 9, 10-17) e São João também (cf. João 6,1-13). E nenhum desses textos deixa a menor chance de se falar em “partilha”. São João relata o milagre dizendo: “À vista deste milagre de Jesus aquela gente dizia: 'Este é verdadeiramente o profeta que há de vir ao mundo'” (João 6,14). E o povo queria fazê-Lo rei: “Jesus, percebendo que queriam arrebatá-lo e fazê-lo rei, tornou a retirar-se sozinho para o monte” (João 6, 15).
As interpretações maciças da Tradição da Igreja e do sagrado Magistério confirmam ter havido um milagre. Ninguém encontrará um texto da Patrística, dos Papas ou dos Santos falando em “partilha”. A interpretação de que houve apenas uma “partilha” carece, assim, de fundamento no texto e, portanto, o deturpa perigosamente, pois os evangelistas deixam claro, nas referidas passagens bíblicas, que não havia o que comer:
“(...) Despede as multidões para que vão aos povoados comprar alimento para si... “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”. E segue: “Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que está comigo e não tem o que comer. Não quero despedi-la em jejum, de modo que possa desfalecer pelo caminho”. Em suma, a “ceia” da multiplicação dos pães oferecida pelo Senhor a Seu povo é prenúncio da Ceia Eucarística ou do Banquete Celeste, símbolo da bem-aventurança definitiva. Negar esse milagre é tocar perigosamente nas provas da divindade de Jesus. Se esvaziarmos a divindade do Senhor, o que nos restará?
Para falar da beleza da distribuição dos pães que Jesus realizou para matar a fome do povo, não é preciso ocultar – e muito menos negar – um dos maiores milagres d'Ele. É bom lembrar o que disse São João no final do seu Evangelho: “Jesus fez ainda diante de seus discípulos muitos outros sinais, que não se acham escritos nesse livro. Esses porém foram escritos para crerdes que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome” (João 20,30). Assim, são os “sinais” realizados por Jesus que demonstram a Sua divindade.
Portanto, não é lícito passar ao povo de Deus uma interpretação perigosa e fantasiosa sobre o milagre da multiplicação dos pães, amplamente confirmado pela Igreja.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Você Acredita em Milagres?

Suponhamos que haja alguém doente, e essa doença esteja atrapalhando sua caminhada. O Senhor, que ama essa pessoa e quer tirá-la dessa situação dolorosa, usa de alguém repleto do Espírito Santo: quem cura não é a pessoa em quem o Espírito se manifesta, mas o próprio Espírito, por meio dela [pessoa]. Alguém desorientado precisa da condução de Deus. O Senhor ama essa pessoa, quer vir em seu auxílio, então se manifesta em alguém repleto do Divino Amigo, para comunicar a palavra de sabedoria, de discernimento, para resolver a situação de ansiedade.