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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Deus Cura em Sua Igreja

Você que procura Curas em outros lugares, Deus Cura na Igreja Católica Apostólica Romana, pois suas promessas são irrevogáveis!
"Imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados."( Marcos 16,18)
Obs: Vídeo autorizado pelo Arcebispo de Londres que reconhece oficialmente a Missão da Comunidade Cor Et Lumen Christi em sua arquidiocese e os envia ao mundo inteiro.A comunidade é membro da Catholic Fraternity, Associação de Direito Pontifício.






segunda-feira, 12 de julho de 2010

Sinal de Deus em Foto de Batismo


Essa história começou a ser divulgada no dia 10 deste mês, quando a Paróquia da Assunção de Nossa Senhora da província de Córdoba, Argentina, um batismo foi realizado. Valentino, um bebê de pouco mais de um mês, filho de Erica Mora, 21 anos, mãe solteira da criança.

No momento em que Valentino chegou à pia batismal para o sacramento do batismo, Erica pediu a fotógrafa Maria Silvana Salles, que foi contratada por pais de outra criança , para tirar uma foto de seu filho como um favor, uma vez que a jovem mãe não tinha como pagar.

Silvana Maria, tem 30 anos e dois meses atrás, ele abriu um estúdio na Fotoimagenes Boulevard San Martín de Despeñaderos.

A fotógrafa movido pelo pedido de Erica, concordou em tirar uma foto de Valentino.

Silvana levou a imagem para o Padre Macaya , porque eu não podia acreditar no que via.

A foto do batismo de Valentino tem despertado a fé no povo de Despeñaderos que vêm em romaria para a humilde casa de Erica Valentino.

O sacerdote, em entrevista a um jornal, disse que significa esta foto para ele: "O fotógrafo trouxe uma notícia muito feliz e então a espalhou por toda a cidade. Para mim, muitos desses sinais são impacto quando vou tomar os sacramentos. Justamente esta semana Evangelho diz:« Esta geração perversa e má pede um sinal e não será dado outro porque já têm o sinal de Jonas, e aqui está alguém maior que Jonas, referindo-se à morte de Jesus na cruz para salvação de todos ", disse Padre Macaya.

A verdade é que este sinal em Despeñaderos mobiliza a fé, os vizinhos que passam pelo do estudo de Silvana, pedem para comprar a imagem como se fosse um cartão de oração.

Por seu turno Silvana Maria Cadena Salles em diálogo com os três disseram como ele viveu a experiência

Silvana diz que este é "um sinal de que você tem que acreditar em Deus!

Fonte:http://www.cadena3.com/

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Acredita em Milagres?Veja Essa História!

Angel Burton

Uma menina de Louth (Inglaterra) deixou a comunidade médica de boca aberta.Angel Burton, que estava à beira da falência dos rins, conseguiu algo impensável: dois novos rins cresceram dentro dela.

Aos 5 anos, Angel (nome bem apropriado?) foi submetida a uma cirurgia por causa dasinfecções renais que a acompanhavam desde o nascimento. Foi quando os médicos de um hospital de Sheffield descobriram que a menina tinha quatro órgãos - os dois novos rins estavam crescendo sobre os falidos. Três anos após, os novos rins assumiram a função dos problemáticos e a Angel foi declarada curada.

Para a família, não há dúvida: Angel, aos 8 anos, foi salva por um "milagre".

"É um milagre real. É absolutamente incrível que nenhum dos exames tenha detectado os rins extras. Estamos tão gratos por Angel voltar à felicidade e à saúde", disse Claire Burton, mãe da menina.

De acordo com os médicos, os rins duplex se fundiram nas suas metades e têm ureteres totalmente independentes.

Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2010/05/18/menina-beira-da-falencia-dos-rins-desenvolve-dois-novos-orgaos-292600.asp


domingo, 15 de novembro de 2009

Medalha Milagrosa


Na criação e ao longo da história da salvação humana, o Senhor sempre se fez presente emitindo seus sinais; quer falando diretamente ao coração do homem, quer por meio de sua criação; uma vez que o homem se escondeu dele no pecado e só mediante a fé o poderá encontrar.

Vejamos, pois. Na narração do Gênesis, quando do seu ato criador, o primeiro sinal emitido pelo Senhor foi a visibilidade de sua obra; depois, com a criação do homem em estado de graça, foi a possibilidade de vê-LO face a face, e ainda, a liberdade de administrar a obra de suas mãos.

Com o advento do pecado e a degradação dos valores eternos recebidos pelos nossos primeiros pais, os sinais da presença divina ficaram escassos; muito embora, presentes pela manutenção da vida e pela graça do arrependimento do homem e a reconciliação com o Senhor. Assim, no dilúvio, com Noé e o sinal do arco Iris, Deus firmava sua promessa e a vida dos homens e das outras criaturas; de igual modo, na aliança feita com Abraão, suas promessas se confirmaram pela vocação do povo eleito à filiação divina e pelo sinal da circuncisão. Em Moisés, vemos a aliança confirmada com as Tábuas da Lei e a partida de volta para a terra prometida; já nos profetas Deus emite seus sinais pela confirmação da promessa da vinda iminente do Messias, a Nova Aliança Eterna e a consumação de tudo na glória do seu Reino.

Com a vinda de Jesus, o Filho amado, na plenitude dos tempos, Deus cumpriu, pela consumação da revelação, o seu plano de amor para com a humanidade e toda a criação. Logo, a partir de Jesus Cristo, o doce Rabi da Galiléia, o sinal da presença divina tornou-se perene mediante a ação do Espírito Santo na Igreja pela da Eucaristia, sinal perpétuo da visibilidade divina no meio de nós, confirmadas nas palavras de Jesus: “Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo”. (Cf. Mt 28,20b).

Nos tempos atuais Deus tem emitido seus novos sinais também por meio dos santos e santas, em especial a Virgem Maria, que seguiram os passos de Jesus pelo caminho da cruz; esses sinais se multiplicam dia a dia em favor de todos os fiéis que creem e esperam sua páscoa e a segunda vinda gloriosa do Salvador de toda a humanidade.

Dentre os novos sinais da graça de Deus a nosso favor, temos no sacramental, a Medalha Milagrosa, um lugar de destaque devido ao motivo pelo qual foi emitido: a cessação da lepra do pecado que assola a nossa humanidade. Desse modo, pela emissão desse sinal na aparição da Virgem Santíssima à santa Catarina de Labouré, Deus nos aponta o caminho da conversão pessoal e da devoção aos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, como meios para recebermos suas graças inefáveis e podermos viver neste mundo conforme a sua santa vontade.

A “Medalha Milagrosa” que a VIRGEM MARIA mandou a Irmã Catarina Labouré cunhar em 1830, tem sua fama de milagrosa pelos sinais e prodígios acontecidos logo após sua confecção e ao logo do tempo, conforme a promessa da Santa Mãe de Deus à santa Catarina: “Fazei cunhar uma medalha conforme o modelo que te mostrei. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança” — prometeu a Santíssima Virgem. DESCRIÇÃO DA MEDALHA MILAGROSA A Medalha tem na frente a imagem de NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS como habitualmente conhecemos, derramando de suas mãos abertas “raios de Graças” sobre toda humanidade.

No verso da Medalha, encontramos outro apelo, que na verdade é um discreto e carinhoso convite a humanidade, para cultivar a “Devoção Conjunta aos Dois Sagrados Corações de JESUS e de MARIA”. Aparece um “M” do nome “MARIA”, que é uma alusão ao reconhecimento que todas as gerações devem ter à nossa MÃE SANTÍSSIMA por sua permanente intercessão junto a DEUS em beneficio de todos nós. Isto, lembrando o auxílio, o zelo e os preciosos cuidados que maternalmente e repleta de amor, Ela sempre dedica a todos os seus filhos, principalmente àqueles que buscam a sua inefável e tão querida proteção. Em cima do “M” temos a gloriosa “CRUZ DE CRISTO”, que assumindo os pecados da humanidade, nela consolou o PAI ETERNO e redimiu todas as gerações, abrindo as portas da Salvação para todos, independentemente de nossa vontade pessoal, num gesto supremo e sublime, de Sua Caridade Divina. Embaixo do “M” de “MARIA”, estão os “Dois Corações”, representando o “Sagrado Coração de JESUS” e o “Imaculado Coração de MARIA”. O “Coração de JESUS” está envolto por uma coroa de espinhos, nos recordando todos os pecados e transgressões praticados contra Ele; o “Coração de MARIA” está atravessado por um punhal, que representa a decepção e a dor lancinante sentida por nossa MÃE, pelas maldades e por todos os crimes que mancham e destroem as almas, afastando-as de DEUS.

Então, na riqueza de benefícios da Medalha encontramos também esta apresentação que pela primeira vez vem sugerir a todos nós, a necessária e filial preocupação de consolar com nossas orações e nossa vida, os “Dois Sagrados Corações Unidos no Amor”, colocando em prática uma carinhosa Devoção conjuntamente aos “Corações de JESUS e de MARIA”.

No Brasil, como em muitos países NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA é conhecida com o nome de NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS.

Paz e Bem!

Frei Fernando – Missionário Doce Mãe de Deus – João Pessoa/PB

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Multiplicação dos Pães: Milagre ou Partilha?


Algumas pessoas têm nos perguntado se houve de fato o milagre da multiplicação dos pães (cf. João 6, 1-15; Marcos 14,13-21; João 6, 1-14; Lucas 9, 10-17) ou se houve apenas uma “partilha”, motivada pelas palavras de Jesus, como alguns andam ensinando. A interpretação de que houve apenas uma “partilha” não corresponde aos dizeres do texto bíblico e não é aceita pelos bons exegetas em geral. Cristo não fez “discurso” nenhum pedindo essa “partilha”, fez um grande milagre.

Querer esvaziar esse milagre portentoso de Nosso Senhor Jesus Cristo é uma especulação vazia e perigosa em cima do texto bíblico, a qual não pode ser provada. A multiplicação dos pães é um fato histórico mila­groso, descrito pelos evangelistas como figura da Eucaristia e da abundância prometida pelos profetas para o Reino messiânico.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC), seguindo a Tradição, é claro ao falar do “milagre da multiplicação dos pães”: “O milagre da multiplicação dos pães, quando o Senhor proferiu a bênção, partiu e distribuiu os pães a seus discípulos para alimentar a multidão, prefigura a superabundância deste único pão de sua Eucaristia” (CIC § 1335). É muito interessante a análise do texto em comparação com o milagre da Eucaristia.

Mateus 14, 15: “Ao entardecer” em grego é a fórmula com que é introduzido o relato da Última Ceia.

Mateus 14, 19: “tomou os pães”, “levantou os olhos para o céu”, “abençoou”, “partiu”, “deu aos discípulos” são expressões da Última Ceia e da posterior Celebração Eucarística.

Mateus 14, 20: a grande quantidade de pão assim doada lembra a fartura prometida pelos profetas para os tempos messiânicos (cf. Oséias 14, 8; Isaías 49, 10; 55, 1...)

O ato de recolher os fragmentos que sobram é usual na Celebração Eucarística. É importante notar que o acontecimento foi marcante para os Apóstolos e para todo o povo. Todos os evangelistas narram o milagre. Mateus e Marcos o narram duas vezes (cf. Mateus 14,13-21; 15, 29-39 e Marcos 6, 30-40; 8, 1-18). São Lucas o faz uma vez (cf. Lucas 9, 10-17) e São João também (cf. João 6,1-13). E nenhum desses textos deixa a menor chance de se falar em “partilha”. São João relata o milagre dizendo: “À vista deste milagre de Jesus aquela gente dizia: 'Este é verdadeiramente o profeta que há de vir ao mundo'” (João 6,14). E o povo queria fazê-Lo rei: “Jesus, percebendo que queriam arrebatá-lo e fazê-lo rei, tornou a retirar-se sozinho para o monte” (João 6, 15).

As interpretações maciças da Tradição da Igreja e do sagrado Magistério confirmam ter havido um milagre. Ninguém encontrará um texto da Patrística, dos Papas ou dos Santos falando em “partilha”. A interpretação de que houve apenas uma “partilha” carece, assim, de fundamento no texto e, portanto, o deturpa perigosamente, pois os evangelistas deixam claro, nas referidas passagens bíblicas, que não havia o que comer:

“(...) Despede as multidões para que vão aos povoados comprar alimento para si... “Só temos aqui cinco pães e dois peixes”. E segue: “Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que está comigo e não tem o que comer. Não quero despedi-la em jejum, de modo que possa desfalecer pelo caminho”. Em suma, a “ceia” da multiplicação dos pães oferecida pelo Senhor a Seu povo é prenúncio da Ceia Eucarística ou do Banquete Celeste, símbolo da bem-aventurança definitiva. Negar esse milagre é tocar perigosamente nas provas da divindade de Jesus. Se esvaziarmos a divindade do Senhor, o que nos restará?

Para falar da beleza da distribuição dos pães que Jesus realizou para matar a fome do povo, não é preciso ocultar – e muito menos negar – um dos maiores milagres d'Ele. É bom lembrar o que disse São João no final do seu Evangelho: “Jesus fez ainda diante de seus discípulos muitos outros sinais, que não se acham escritos nesse livro. Esses porém foram escritos para crerdes que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome” (João 20,30). Assim, são os “sinais” realizados por Jesus que demonstram a Sua divindade.

Portanto, não é lícito passar ao povo de Deus uma interpretação perigosa e fantasiosa sobre o milagre da multiplicação dos pães, amplamente confirmado pela Igreja.

Foto Felipe Aquino felipeaquino@cancaonova.com Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Você Acredita em Milagres?



Suponhamos que haja alguém doente, e essa doença esteja atrapalhando sua caminhada. O Senhor, que ama essa pessoa e quer tirá-la dessa situação dolorosa, usa de alguém repleto do Espírito Santo: quem cura não é a pessoa em quem o Espírito se manifesta, mas o próprio Espírito, por meio dela [pessoa]. Alguém desorientado precisa da condução de Deus. O Senhor ama essa pessoa, quer vir em seu auxílio, então se manifesta em alguém repleto do Divino Amigo, para comunicar a palavra de sabedoria, de discernimento, para resolver a situação de ansiedade.


A eletricidade, por exemplo, se manifesta de diversas maneiras, gerando luz, som, calo, gelo... Mas ela não anda sozinha por aí; são necessários fios condutores. Se desligarmos a tomada, acabará a energia elétrica. Acontece o mesmo com o Espírito Santo, que se utiliza de uma rede de pessoas repletas d'Ele, que manifestam os dons: ora é uma palavra de sabedoria, ora de profecia; ora é uma cura; ora é um milagre; ora é discernimento; ora é ciência.... de acordo com a vontade do Senhor e a necessidade do povo d'Ele.


Nunca estive nos Estados Unidos. Por isso, não posso provar o que passo a relatar. Contudo, pelas inúmeras fotos que me foram apresentadas, algo de estranho realmente aconteceu em Santa Fé, no Estado do Novo México, há aproximadamente 130 anos, por volta de 1880. Aliás, se 250.000 pessoas visitam o local todos os anos, não será por nada!


Vamos aos fatos. Naquela cidade, há um colégio dirigido por religiosas. No final do século XIX, elas quiseram enriquecer seu educandário com uma nova e bonita capela. Mas, ao terminarem os trabalhos da construção, perceberam que havia sido esquecido... um detalhe: para chegar ao coro, colocado no alto da porta principal da igreja, os cantores não sabiam por onde subir, já que ninguém pensara na escada!


E agora, o que fazer para não prejudicar a arte e o estilo da capela? Para não cometer uma nova gafe, as religiosas, muito devotas, pensaram, antes de tudo, em rezar. Fizeram uma novena a São José, já que o Evangelho o apresenta como carpinteiro. No último dia, um desconhecido bateu à porta do convento. Dizendo-se entendido em marcenaria, prometeu resolver o problema. No final de uma semana, sem a ajuda de ninguém, ele entregou a escada, por todos considerada um prodígio da carpintaria e uma obra de arte. Desde logo, o fato suscitou inúmeras dúvidas e perguntas.


Primeiramente, ninguém sabe como a escada ficou e continua de pé até hoje, já que não dispõe de nenhum suporte central. Arquitetos, engenheiros e cientistas não entendem como se mantenha em equilíbrio. O construtor não usou pregos nem cola, mas cada pedaço de madeira está encaixado no outro. Por falar em madeira, não se sabe donde veio. Foram feitas inúmeras análises e não se descobriu nada parecido em toda a região. De sua parte, mal terminou a obra, o carpinteiro sumiu, sem deixar vestígios e sem esperar pelo pagamento. Por fim, um último “enigma”: a escada tem 33 degraus, a idade com que Cristo findou a sua jornada terrena.

Tantas coisas estranhas levaram as religiosas e o povo a pensar num milagre. O misterioso carpinteiro seria o próprio São José, que tivera compaixão das irmãs, não muito entendidas na arte da construção. Desde então, a escada passou a ser objeto de veneração, vista como um sinal do imenso amor com que Deus vem em socorro de seus filhos.


Mas não é apenas Santa Fé que se orgulha de apresentar fatos inexplicáveis. São centenas as cidades que alardeiam casos semelhantes – e não apenas dentro da Igreja Católica. Quem não ouviu falar dos milagres Eucarísticos de Lanciano ou do Pe. Cícero, para citar apenas dois exemplos? Pode ser que até mesmo na vida de alguns dos leitores aconteçam, ou tenham acontecido, coisas anormais – ou paranormais!


Mas, tais fatos, serão sempre milagres? E se o forem, por que acontecem? A esse respeito, o Catecismo da Igreja Católica tenta uma explicação: «Os milagres fortificam a fé naquele que realiza as obras de seu Pai; testemunham que Ele é o Filho de Deus. Não se destinam a satisfazer a curiosidade e os desejos mágicos. Ao libertar certas pessoas dos males terrestres da fome, da injustiça, da doença e da morte, Jesus operou sinais messiânicos; não veio, no entanto, para abolir todos os males da terra, mas para libertar os homens da mais grave das escravidões, a do pecado, que os entrava em sua vocação de filhos de Deus e causa todas as suas escravidões humanas».


Foi exatamente isso que Cristo quis ensinar ao atender pessoas em busca de milagres e prodígios. Sempre me impressionou um fato narrado pelo evangelista Mateus. Um grupo de amigos leva um paralítico a Jesus para que o cure. O Senhor, porém, “finge” não entender e oferece ao doente a liberdade e a paz, por meio do perdão dos pecados, coisa que ninguém havia pedido. Para Deus, a saúde física tem sentido se existe a saúde espiritual: «Para que se saiba que o Filho do Homem tem autoridade na terra para perdoar pecados – disse, então, ao paralítico –, levanta-te, toma a tua maca e vai para casa!» (Mt 96).


Os milagres visam sempre o amadurecimento na fé, o crescimento na santidade e a decisão de fazer da própria vida um serviço aos irmãos. Foi o que fez a sogra de Pedro: ao ser curada por Jesus, «ela se levantou e se pôs a servir» (Mc 1,31). Não se trata de milagres, ou seja, de intervenções divinas, se o que se tem em vista são apenas caprichos e vaidades. Aliás, mesmo que Deus atendesse a todos os pedidos que o homem lhe dirige, este nunca se sentiria saciado, teria sempre uma queixa a fazer e, na melhor das hipóteses, no final da vida – como diz o salmo 49 – «seria semelhante ao gado gordo pronto para o matadouro».

Se Jesus apresentou a sua morte e ressurreição como o maior sinal para quantos desejam acreditar n'Ele (Cf. Mt 12,40), converter-se, mudar de atitudes e ficar de pé nas tempestades da vida é sempre o grande milagre operado por Deus em quantos o buscam de coração sincero.

Dom Redovino Rizzardo, csdomredovino@terra.com.br