quinta-feira, 1 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Lançamento da Campanha da Fraternidade 2012
A Campanha da Fraternidade, celebrada na quaresma, intensifica o convite à conversão. Ela contribui incisivamente para que este processo ocorra e alargue o horizonte da fé, na medida em que traz, para a reflexão eclesial, tema de cunho social, portadores de sinais de morte, para suscitar ações transformadoras, segundo o Evangelho.Neste ano, o tema proposto é “Fraternidade e a Saúde Pública”, com o lema: Que a Saúde se difunda sobre a terra (Eclo 38,8).
A Arquidiocese de Maceió, como todas as dioceses do Brasil, vai realizar a Campanha da Fraternidade que se inicia na quarta-feira de Cinzas, 22 de fevereiro.
O encontro de preparação aconteceu no dia 04/02, no Centro de Formação Ib Gatto Falcão - CENFOR/CEPA. Abriu os trabalhos o Mons. José Augusto - Vigário Geral da Arquidiocese, que contou com a presença de vários representantes paróquias e de padres. Foram palestrantes: a Prof. Valéria (UFAL) membro do Fórum Alagoano em Defesa do SUS e Lindolfo Coordenador Regional da Pastoral da Aids.
A Campanha da Fraternidade será aberta oficialmente na Arquidiocese, com Caminhada e ato público, dia 10/03, com concentração às 15h, no Hospital Geral do Estado - HGE, saindo em seguida para a Matriz de São José -Trapiche.
Todos estão convidados!
Todos estão convidados!
Fonte: Arquidiocese de Maceió
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Normas Para o Jejum Quaresmal
- Jejum: fazer apenas uma refeição completa durante o dia e, caso haja necessidade, tomar duas outras pequenas refeições que não sejam iguais em quantidade à habitual ou completa. Não fazer as refeições habituais ( e não haver requintes na que for feita), nem outros petiscos durante o dia (nem mesmo cafezinho, doces, chimarrão etc).
Estão obrigados ao jejum os que tiverem completado dezoito anos até os cinqüenta e nove completos. Os outros podem fazer, mas sem obrigação. Grávidas e doentes estão dispensados do jejum, bem como aqueles que desenvolvem árduo trabalho braçal ou intelectual no dia do jejum. Água e remédios são permitidos em qualquer tipo comum de jejum.
Nota: para não se fugir à orientação da igreja este jejum pode ser tornado mais rigoroso, mas não atenuado. Pode-se, caso servir para vivê-lo melhor, fazer outros tipos de jejum conhecidos, tais quais
- pão e água: também conhecido como jejum bíblico, fazê-lo à base de pão e água durante o dia.
- à base de líquidos: tais quais chás, vitaminas, laticínios, menos caldos.
- abster-se de refeições: escolhe-se uma das refeições para não ser feita, e come moderamente nas duas outras, não se abstendo de água.
- jejum completo: neste só é permitido água durante o dia.
E para ser o jejum que é prescrito, necessariamente referir-se-á à alimentação. As demais mortificações, ou penitências, podem ser bem vindas, mas normalmente não são jejum.
Abstinência: deixar de comer carnes de animais de sangue quente - bovina (gado), ovina (carneiro), aviária (frango, galeto, galinha...), bubalina etc - , bem como seus caldo de carne.
Permite-se o uso de ovos, laticínios e gordura. Nos dias prescritos, o jejum feito, ou que se esteja fazendo, não desobriga a abstinência durante todo o dia .
Estão obrigados à abstinência os que tiverem completado quatorze anos, e tal obrigação se prolonga por toda a vida. Grávidas que necessitem de maior nutrição e doentes que, por conselho médico, precisam comer carne, estão dispensados da abstinência, bem como os pobres que recebem carne por esmola.
Abstinência parcial: carne permitida só na refeição principal/completa
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Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor: são os dois dias do ano que a igreja define jejum e abstinência obrigatórios.
Demais dias da Quaresma, exceto os Domingos: jejum e abstinência parcial recomendados.
Sextas-feiras da Quaresma (que estão entre os dias assinalados pelo calendário antigo como Sextas-feiras das Têmporas): jejum e abstinência recomendados.
Demais sextas-feiras do ano, exceto se forem Solenidades: abstinência obrigatória, mas não é obrigatório o jejum.
Em alguns lugares, conforme liberação da conferência episcopal, essa abstinência pode ser trocada, a juízo do próprio fiel, por outra penitência. Lugares tais quais, no próprio Brasil, em que a CNBB permitiu outros tipos de penitências, como orações piedosas, prática de caridade, exercícios de devoção etc.
D.Eugênio Sales
Arcebispo Emérito de São Sebastião do Rio de Janeiro
Cantor Italiano Pede Mais Evangelização
Durante o Festival de Sanremo 2012, que foi televisionado pela Radiotelevisione Italiana (RAI) para mais de 14 milhões de telespectadores, o famoso cantor italiano, Adriano Celentano, pediu que os padres e religiosos cumpram seu principal dever: "Falar sobre o Paraíso".Celentano também aproveitou o evento para criticar os jornais "Avvenire", dirigido pela Conferência Episcopal Italiana, e o "Famiglia Cristiana" de propriedade dos paulinos.
Segundo o cantor ambos jornais falam demasiadamente de política e pouco de Deus.
Fonte: Gaudium Press
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
O Problema do Analfabetismo Religioso
Para o Santo Padre, um grande problema para a Igreja atual é o analfabetismo religioso, enfatizou o Papa. Por isso a Igreja precisa apropriar-se novamente do conteúdo da fé.
“Não como pacote de dogmas, devemos fazer tudo, para nos renovarmos e fazer de maneira que Cristo seja conhecido”, salientou aos párocos.
Bento XVI deteve-se também sobre aqueles que se definem fiéis adultos, porque emancipados do Magistério da Igreja. Na realidade, o resultado não é uma fé adulta, mas uma dependência da opinião do mundo.
“A verdadeira emancipação é libertar-se desta ditadura das opiniões e acreditar no Filho de Deus. Só assim, concluiu, somos capazes de responder aos desafios do nosso tempo”, afirmou.
Segundo o Pontífice, o grande sofrimento na Europa, no Ocidente para a Igreja é a falta de vocações. “Mas o Senhor chama sempre. É preciso ouvir esta chamada”, disse ele destacando que os padres devem ser humildes, mansos e magnânimos.
“Quando sou humilde tenho também a liberdade de estar em contraste com o pensamento dominante. Esta humildade dá-me a capacidade da verdade. E é por isso que na Igreja precisamos saber aceitar também mansões pequenas, mas grandes aos olhos de Deus”, ressaltou.Durante o encontro o Papa entregou aos párocos das várias dioceses de Roma o texto intitulado “Escolhido por Deus para os homens”. Trata-sede uma regra de vida, fruto do Ano Sacerdotal, um traçado espiritual, um guia ideal oferecido a todos os padres romanos para que cresçam na alegria da vocação comum e na unidade do sacerdócio.
Fonte: Rádio Vaticano
Devoção: Esponsais de Maria e José
Quero dividir com vocês hoje uma devoção que nem todos conhecem - a devoção ou a festa dos Esponsais de Maria com São José. Sua origem é do século XV, na França e se espalhou por outras regiões.

A devoção espalhada pelo mundo teve o dia 23 de janeiro como data escolhida para a celebração. Chegou a ser suspensa em muitos lugares, inclusive na região de Verona, por volta do final de 1600. Porém, com o florescimento do culto a São José, não demorou muito para que a festa dos Esponsais fosse restabelecida, no sentido mais antigo, para toda a Igreja.
Na época em que São Gaspar viveu em Verona (início do século XIX), a Igreja dos Estigmas havia sido reduzida a oficina de guerra por Napoleão Bonaparte, e o altar-mór fora destruído. Pe. Gaspar construiu um novo e o dedicou aos Santos Esposos, representados num quadro que ele mesmo comprou, obra de pintor desconhecido.
Terminada a restauração da igreja, ele promoveu a primeira solenidade dos Santos Esponsais em 23/01/1823. Durante o sermão da Solenidade, o sacerdote Estigmatino Pe. Caetano Brugnoli, apresentou Maria e José como "instrumentos da Divina Providência para levar a cabo a mais importante de suas obras: a Encarnação". Esse especial enfoque mostra que esta devoção não se restringe aos casados, mas é escola de santidade para todos que amam o Senhor.
Deus quis o casamento de Maria e José também para esconder o mistério da Encarnação que o mundo ainda não poderia compreender; para salvar a honra de Maria e ninguém duvidar de sua integridade por ter engravidado de modo diferente do natural; e para nos oferecer o mais perfeito modelo de casal e de família. Os casais imitando Maria e José se amarão sem medida, se respeitarão, impedirão a separação, aprenderão a se reconciliar nos desentendimentos, viverão fiéis um ao outro, estarão de mãos dadas na alegria e na tristeza, construindo o lar na Rocha que é Cristo (Mt 7,24).
Mas a razão principal de São Gaspar colocar-se sob a proteção dos Santos Esposos é que a vida do consagrado, seja religioso ou leigo, impõe uma crescente busca de intimidade com Jesus. . Ora, não é possível haver criaturas com uma entrega do mais completo serviço e da mais íntima comunhão de vida com Jesus, que se compare com a desse casal.
Oração:
Ó Deus, que unistes em virginal matrimônio a mãe de vosso Filho, Maria Santíssima e São José, para que fossem fiéis colaboradores do mistério da Encarnação, fazei que nós, por sua intercessão, nos tornemos participantes das Núpcias Espirituais com Cristo, que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo. Amém.
Fonte: Estigmatinos
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Bento XVI: " A Igreja não Existe Para Si Mesma"
Bento XVI voltou a se encontrar, neste domingo, 19 de fevereiro, com os novos Cardeais criados no Consistório de ontem de manhã. Ele presidiu a eucaristia e dirigiu uma palavra aos novatos diante dos quase 100 outros membros do Colegio Cardinalício que vieram a Roma prestigiar o evento e atender o apelo do Santo Padre.
Na Basílica Patriarcal de São Pedro, o cenário era composto por uma multidão de fiéis que lotou a nave central e, além dos cardeais, estavam também presentes cerca de 150 bispos e por volta de 200 padres. Na duas áreas reservadas para a imprensa, próximas do baldaquino estavam cerca de 80 jornalistas de Rádio e TV. Forte esquema de segurança impedia o trânsito das pessoas pelas naves laterais e a execução das músicas litúrgicas pelo coro criava uma atmosfera especial.
Os novos Cardeais foram concelebrantes, portanto, ocuparam os mesmos lugares que estiveram no Consistório, isto é, diante do altar e sentados num semicírculo. Em nome do grupo, antes da liturgia, falou o Cardeal Fernando Filoni. O papa deixou o veículo que o conduzira desde a entrada da Basílica e se sentou diante do altar-mor que se encontro sobre o túmulo do Apóstolo Pedro. Em latim, ele presidiu a Eucaristia na solenidade da Cátedra de São Pedro. A primeira leitura, tirada do livro do profeta Ezequial foi lida em inglês. Retirada da primeira Carta de São Pedro, a segunda leitura foi feita em espanhol. O trecho do Evangelho de São Mateus foi proclamado em latim.
Na Homilia, o Papa lembrou que a ocasião “se reveste de um caráter especial de universalidade”. Antes de passar à meditação da Palavra proclamada, Bento XVI sublinhou que a mensagem é dirigida “antes de mais nada” aos novos Cardeais que são reconhecidos no meio do Povo de Deus pelos méritos na “na obra generosa e sábia do ministério pastoral em dioceses relevantes, ou na direção dos dicastérios da Cúria Romana, ou ainda no serviço eclesial do estudo e do ensino”. O Papa reafirmou que a dignidade do cardinalado pretende manifestar o apreço pelo trabalho realizado por cada um de fiel servidor na vinha do Senhor e de “homenagear as comunidades e nações” que os Cardeais são representantes na Igreja. O título vem ainda, segundo o Papa, investir os Cardeais de novas e importantes responsabilidades eclesiais e é um pedido de “suplemento de disponibilidade para Cristo e para a comunidade cristã inteira”.
Bento XVI, enquanto meditava o trecho do evangelho, ressaltou o significado da festa litúrgica deste domingo, a cátedra de São Pedro, mostrando um elemento artístico muito conhecido e que estava diante dos olhos de todos os presentes na Basílica Vaticana: o altar da cátedra. “Quando depois de percorrer a grandiosa nave central e ultrapassar o transepto, se chega à abside, encontramo-nos perante um trono de bronze enorme, que parece suspenso em voo mas na realidade está sustentado por quatro estátuas de grandes Padres da Igreja do Oriente e do Ocidente. E na janela oval, por cima do trono, resplandece a glória do Espírito Santo, envolvida por um triunfo de anjos suspensos no ar”. Despois dessa descrição, o Papa pergunta: “Que nos diz este conjunto escultórico, nascido do gênio de Bernini?” e responde, com voz firme: “Representa uma visão da essência da Igreja e, no seio dela, do magistério petrino”.
Prosseguindo a reflexão, o Papa destacou: “a Igreja não existe para si mesma, não é o ponto de chegada, mas deve apontar para além de si, para o alto, acima de nós”. E, destacou: “A Igreja é o lugar onde Deus ‘chega’ a nós e donde nós ‘partimos’ para Ele”. No final da homilia, concluindo a exposição dos símbolos do altar da Cátedra na Basílica de São Pedro, Bento XVI disse: ‘lancemos um ohar ao seu conjunto. Vemos que é atravessado por um duplo movimento: de subida e de descida. A Cátedra aparece em grande destaque neste lugar, não só porque está aqui o túmulo de Pedro, mas também porque ela encaminha para o amor de Deus. Com efeito, a fé orienta-se para o amor. Uma fé egoísta seria uma fé não-verdadeira”. E na conclusão, o Papa disse: “Deus não é solidão, mas amor glorioso e feliz, irradiante e luminoso”.
Fonte: CNBB
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